Nota de Falecimento

É com grande tristeza que informamos o falecimento da nutricionista e funcionária do CRN-1 Luana Suemy Nogueira.

Ao longo de 6 anos em que foi funcionária dessa instituição Luana se mostrou dedicada, comprometida, colaborativa e disposta a sempre trabalhar em equipe.
Todos nós, colegas e Conselheiros, estamos consternados e lamentamos muito seu falecimento prematuro.

Nossos sentimentos estão com a família e amigos e desejamos que Deus conforte a todos.

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Maior evento de Nutrição do país acontece na capital federal em abril

Entre os dias 18 e 21 de abril, o evento promoverá debates de caráter técnico-científico acerca da alimentação adequada e saudável como um direito para todos. Nomes importantes da área no Brasil e exterior já confirmaram presença nos debates

Nutricionistas do país inteiro têm encontro marcado em Brasília, entre os dias 18 e 21 de abril, quando acontece a 25ª edição do Congresso Brasileiro de Nutrição (Conbran), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O tema deste ano é: “Comida: relações de afeto, tradições e direitos”.

Ao todo, são esperados para o evento, organizado pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) e pela Associação de Nutrição do DF (ANDF), em parceria com o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), mais de 3 mil participantes de todas as unidades da federação, além de profissionais e pesquisadores da comunidade ibero-americana que se encontram para o V Simpósio Ibero-Americano de Nutrição Esportiva, IV Simpósio Ibero-Americano de Nutrição em Produção de Refeições e IV Simpósio Ibero-Americano de Nutrição Clínica.

Pela terceira vez realizado na capital federal (1992, 1998 e 2018), o Conbran é o principal evento do setor, que reúne estudantes, pesquisadores, nutricionistas e demais profissionais da Saúde.

Atrações – Este ano, vários nomes que são referência na área foram confirmados. Entre eles, destacam-se: Marcelo Macedo Rogero (SP), que falará sobre “Nutrigenômica, inflamação e obesidade”; Gustavo Duarte Pimentel (GO), cuja palestra será sobre “Estratégias nutricionais para o tratamento da sarcopenia”; Daniela Fojo Seixas Chave (SP), que abordará o tema “Polifenóis”; e Rosângela Passos Jesus (BA), que discorrerá sobre “Doença Alcóolica do Fígado”.

Outro destaque do evento é a conferência “Understanding the complexity of the obesity epidemic”, conduzida por Ana Carolina Feldenheimer da Silva (RJ), tendo como palestrante o Dr. Boyd Swinburn (Nova Zelândia) e como debatedor, Fábio da Silva Gomes (Estados Unidos).

“Queremos mostrar, com o evento, que Brasília é muito mais do que o centro de decisões políticas. Temos aqui uma produção científica de alta qualidade; e no Ranking do MEC, o Curso de Nutrição da UnB está em 6º lugar, enquanto a UFG  ocupa a 12ª posição”, contextualiza Simone Cunha, presidente da ANDF, lembrando que a Coordenação Científica do evento ficou sob a responsabilidade da  Dra. Raquel Botelho, da UnB.

Segundo ela, a programação científica do Conbran 2018 traz ao Brasil palestrantes  renomados de vários países da América  Latina, além de Portugal e Austrália.

“Trata-se de um evento bianual, que proporciona uma experiência inesquecível para todos os profissionais, estudantes e técnicos da área da saúde que desejam aprofundar seus conhecimentos em temas relacionados aos múltiplos desafios da nutrição no país”, explica Daniela Fagioli Masson, presidente da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

Histórico do evento – O Conbran acontece desde 1958 e já foi sediado em diversas cidades. O congresso tem por objetivo proporcionar o intercâmbio de conhecimentos e estimular a geração de debates em um ambiente propício para a análise de novos temas, onde os maiores nomes científicos da área estarão presentes.

Nesta edição, a Associação Brasileira de Nutrição – ASBRAN, em parceria com a Associação de Nutrição do DF – ANDF, preparou um congresso dinâmico de caráter técnico-científico, político e cultural acerca da alimentação adequada e saudável como um direito para todos.

A inscrição pode ser realizada por meio do site http://www.conbran.com.br/inscricao.php. O preço varia de acordo com os lotes, mas a inscrição pode ser realizada até a véspera do evento.

O Conbran reúne ainda outros eventos paralelos, como a Nutri Expo que terá nesta edição 17 estandes. Também premiará os três melhores trabalhos científicos com menção honrosa e prêmios em dinheiro, nos valores de R$ 3 mil (1º lugar); R$ 2 mil (2º lugar); e R$ 1 mil (3º lugar). Mais de 2.100 trabalhos foram inscritos, dos quais 1500 foram aprovados e seguem na disputa.

SERVIÇO:

O que: 25º Congresso Brasileiro de Nutrição 2018

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF
SDC Eixo Monumental – Lote 05 Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Ala Sul 1º Andar Brasília – DF CEP: 70070-350

Quando: 18 a 21 de abril de 2018

Informações e inscrições: www.conbran.com.br

Fonte: Proativa Comunicação

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Divulgada Carta Política do Encontro 5ª+2

 

Foi divulgada nesta quinta-feira (15) a Carta Política do Encontro 5ª+2, realizado de 6 a 8 de março, em Brasília, com a participação de 368 participantes da sociedade civil, governo e convidados.

A Conselheira do CRN-1, Tânia Ferreira, representante deste Conselho no Consea-GO esteve presente nos 3 dias de evento.

O encontro teve como objetivo realizar balanço comparativo entre o que foi proposto na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional ― realizada em novembro de 2015, em Brasília ― e aquilo que efetivamente foi implementado em ações do governo federal, no 2º Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan).

Além do balanço, a 5ª+2 permitiu uma análise do contexto social, político e econômico do país e também lançar um olhar sobre as agendas de futuro no campo da segurança alimentar e nutricional.

A Carta Política do encontro aborda as principais conquistas e avanços que orientaram as políticas públicas para a garantia da segurança alimentar e nutricional nos últimos anos, possibilitando a valorização da agricultura familiar e camponesa, o enfrentamento da extrema pobreza, a erradicação da fome e da miséria e a democratização da educação ― que permitiu o acesso a povos indígenas, quilombolas e povos e comunidades tradicionais. “Houve avanços nas alianças de movimentos sociais, indígenas e forças populares da cidade, campo, florestas e águas, com protagonismo de mulheres e jovens, e integração”.

Todos esses avanços, afirma o documento, levaram ao reconhecimento internacional do Brasil na área de segurança alimentar e nutricional. Entretanto, “a atual conjuntura de retrocessos na democracia impôs um cenário de desconstrução de direitos, precarização das relações de trabalho, aumento do desemprego, esvaziamento de políticas públicas e iminente volta do Brasil ao Mapa da Fome”.

De acordo com a Carta, a agenda de reformas representa uma grave violação aos direitos de cidadania. “Setores da sociedade brasileira, sobretudo aqueles em situação de maior vulnerabilidade, já sofrem as consequências do desmonte do sistema de proteção social devido, principalmente, à limitação dos gastos imposta pela Emenda Constitucional nº 95/2016”.

“Nesse momento de perdas e dificuldades”, diz o documento, “reforçamos nossa resistência e luta pela Comida de Verdade no Campo e na Cidade, por Direitos e Soberania Alimentar. Acompanharemos e mobilizaremos a sociedade civil, cientes que a participação e o controle social são elementos fundamentais para uma sociedade democrática e equânime”.

“Esperamos que os gestores públicos assumam o compromisso efetivo com essa agenda e que a política de SAN continue a ser respeitada como resultado de uma construção social já consolidada e reconhecida dentro e fora do país”, conclui a Carta.

Clique aqui para ler a íntegra da Carta Política do Encontro 5ª+2

Fonte: Ascom/Consea

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Entidades defendem jornada de 30 horas para nutricionistas

Reunião preliminar na sede do CFN.

Representantes do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), do Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região, da Federação Nacional dos Nutricionistas (FNN), da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) e do Sindicato de Nutricionistas de São Paulo participaram de audiência com o deputado federal Odorico Monteiro PSB/CE, no dia 7/3, para tratar do andamento do Projeto de Lei nº 6.819/2010, que garante ao nutricionista o direito à jornada semanal de 30 horas, insalubridade e sua atuação profissional em diversas áreas. Esse projeto altera a Lei nº 8.234/1991, já aprovada no Senado Federal.

Representantes das entidades em audiência com o deputado federal Odorico Monteiro (PSB/CE)

Para o CFN, a reunião foi mais uma articulação junto aos parlamentares em defesa da instalação de uma Comissão Especial na Câmara do Deputados, para analisar e aprovar o PL. A criação dessa comissão é uma exigência para a tramitação do projeto na casa.
Os representantes das entidades de nutricionistas já tinham apresentado a mesma solicitação ao presidente da Câmara dos Deputados. “Toda pressão política que pudermos exercer no Congresso Nacional será feita em defesa dos direitos dos nutricionistas”, afirma a vice-presidente do CFN, Albaneide Peixinho, que participou da reunião com o parlamentar.

Fonte: CFN

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Lei das Cantinas não é cumprida por lanchonetes de escolas no DF

Mesmo após dois anos de vigência da Lei das Cantinas no Distrito Federal ainda é possível encontrar salgadinhos fritos, industrializados, hambúrgueres, refrigerantes e outras guloseimas em algumas lanchonetes de colégios públicos e particulares. É o caso da escola do filho da auxiliar de serviços gerais, Liliane Silva. Lá, são vendidos vários alimentos não recomendados pela lei.

Fonte: Lei das Cantinas não é cumprida por lanchonetes de escolas no DF | EBC Rádios

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Rotulagem Adequada Já

Desde 2018 tramita no Senado Federal um projeto de lei (PLS 489/2008), que estabelece selos de identificação nas embalagens, e visa alterar o Decreto-Lei nº 986, de 21 de outubro de 1969, que institui normas básicas sobre alimentos, para determinar que os rótulos das embalagens dos alimentos tragam identificação de cores, de acordo com a composição nutricional.

A atual rotulagem dos alimentos industrializados, não favorece o acesso claro à informação, e dificulta a localização e compreensão de dados e compreender dados que deveriam guiar as escolhas alimentares da população brasileira. Em uma pesquisa realizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em 2016, mais de 70% dos participantes disseram ter dificuldade para compreender os rótulos dos produtos. A consequência dessa falta de clareza nos rótulos, aliado à publicidade feita por indústrias alimentícias, tem desencadeado consumo excessivo de produtos ultraprocessados, e como consequência disso, aumento da obesidade e outras doenças crônicas.

O Conselho Federal de Nutricionistas é um dos apoiadores deste projeto de lei, e o CRN1, além de participar de grupos de trabalho que tratam da matéria, também defende a proposta de rotulagem nutricional desenvolvida pelo Idec em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), amparada por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde(OPAS).

Com a nova proposta deve-se facilitar a localização e a leitura das informações nutricionais, auxiliar na comparação do conteúdo nutricional dos alimentos e compreensão da qualidade nutricional, ampliar o número de consumidores capazes de usar essa informação a benefício da saúde, promover escolhas alimentares mais saudáveis, entre outras.

Por isso é importante a população assinar a petição  para pedir que a Anvisa revise a norma de rotulagem nutricional brasileira.

A tramitação do PL pode ser acompanhada pelo site do Senado Federal  

 

 

 

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Representantes do CRN-1 e CONSEA-DF se reúnem com deputada Luzia de Paula para discutir PL 1465/2017

No último dia 20/02 a Nutricionista Lorena Medeiros, representante do CRN-1 no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal, juntamente com o presidente do CONSEA-DF, André Luiz Santos se reuniu com a Deputada Distrital Luzia de Paula, presidente da Comissão de Ações Sociais para solicitar junto à essa Comissão, o arquivamento do Projeto de Lei nº 1465, de 2017, que institui e estabelece diretrizes para a Política de Erradicação da Fome e da Promoção da Função Social dos Alimentos – PFSA /DF

O grupo ressaltou a importância do arquivamento da proposta de PL elaborado pelo Deputado Delmasso, com parecer favorável do Deputado Juarezão, uma vez que se entende como uma sobreposição às políticas de Segurança Alimentar e Nutricional -SAN já consolidadas no DF e desconsidera os programas e ações planejadas por cada órgão de governo que compõe a CAISAN DF, pautadas no II Plano Distrital de SAN com a finalidade de garantir a SAN neste território, assim como desconsidera também todo o histórico nacional e distrital de combate à fome e de garantia de uma alimentação adequada a todo cidadão do DF e do Brasil.

Além disso, é inegável a semelhança do texto proposto no PL com o “Programa Alimentos para Todos” instituído a partir da Lei Municipal nº 16.704/2017 de São Paulo, amplamente veiculado pela mídia, com distribuição de um alimento ultraprocessado denominado de ‘farinata’, com repercussões negativas em todo Brasil e amplamente combatido pela sociedade civil, desencadeando uma série de procedimentos relacionados principalmente a transparência dos processos.

Da esquerda para direita, André Luiz Santos, Lorena Medeiros, Deputada Luzia de Paula, Siênia Cota, Gabriela Franco e Maína Castro

A deputada se colocou à disposição para apoio ao arquivamento da proposta, porém solicitou que o CONSEA DF agende uma reunião tanto com o Deputado propositor do PL, quanto com o Deputado relator na Comissão, para explanação dos malefícios que podem ser acarretados com a aprovação do PL e, assim, pedir seu arquivamento.

Também estiveram presentes na reunião a Secretária Executiva do CONSEA-DF Gabriela Franco, a representante da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal – CAISAN-DF Siênia Costa e a representante do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília – OPSAN-UnB Maína Castro.

 

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Registro de certificados de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia.

Os Conselhos Regionais de Nutricionistas (CRN) iniciaram o registro dos certificados de pós-graduação lato sensu(especialização) em Fitoterapia, atendendo a Resolução CFN n° 556, de 11 de abril de 2015.

Este serviço está disponível no Portal do Nutricionista

Para requerer o certificado é preciso estar inscrito e ativo no Conselho Regional; possuir certificado de curso de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia expedido até 14 de maio de 2015, ou certificado de curso de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia, cuja matrícula no curso tenha sido realizada antes de 14 de maio de 2015.
Também é necessário estar quite com a anuidade do CRN; preencher e assinar o Requerimento de Registro de Certificado de curso de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia e preencher e assinar o Termo de Responsabilidade para Atuação Profissional (ambos documentos estão disponíveis no link acima).

Documentos – Para o registro deverão ser encaminhados o Requerimento de Registro de Certificado e o Termo de Responsabilidade para Atuação Profissional devidamente preenchidos e assinados. Estes documentos devem ser escaneados ou fotografados de forma legível.
O interessado deve, ainda, escanear ou fotografar de forma legível, frente e verso, a cópia autenticada em cartório do certificado do curso de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia, expedido até 14 de maio de 2015, ou do certificado de curso de pós-graduação lato sensu em Fitoterapia, cuja matrícula no curso tenha sido realizada antes de 14 de maio de 2015. No caso do curso cuja matrícula tenha ocorrido até esta data, deverá ser anexado uma declaração da instituição de ensino comprovando a data da matrícula.
Caso o certificado do curso seja assinado eletronicamente, não há necessidade de autenticidade em cartório. No entanto, no Formulário de Cadastro, em Caso tenha observações, será preciso informar o meio de verificação.

Critérios – Serão registrados os cursos oferecidos por instituições credenciadas conforme a Resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) nº 1, de 8 de junho de 2007, em atenção aos seguintes artigos:
• Art.4º: 50% mestres e doutores;
• Art.5º: 360 horas;
• Art.6º: somente poderão ser oferecidos por instituições credenciadas pela união;
• Art.7º: 75% de frequência, seus parágrafos e subitens.
Outros critérios da Resolução CNE nº 5, de 25 de setembro de 2008, também serão considerados, tais como:
• Art.1º: Ficam instituídas por meio da presente Resolução as normas consolidadas para credenciamento especial de Instituições não Educacionais para oferta de cursos de pós-graduação de especialização, nas modalidades presencial e a distância.
• § 4º Instituições não educacionais, especialmente credenciadas para atuar nesse nível educacional, poderão oferecer cursos de especialização, obedecendo ao disposto em resolução própria. [NR]
A Resolução CNE/CES nº 2 de 12 de fevereiro de 2014, instituiu o cadastro nacional de oferta de cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) das instituições credenciadas no Sistema Federal de Ensino. Para verificar se o curso está credenciado, basta acessar o site do E-Mec, da seguinte forma: 1º: visite o site do E-Mec; 2º: clique em “Consulta Avançada”; 3º: clique em “Busca por: curso de especialização”; 4º: digite o nome ou sigla da instituição; 5º: confirme o código de verificação e 6º: finalize clicando em “Pesquisar”.
Declaração – Os Conselhos Regionais de Nutricionistas (CRN), após análise da documentação, enviarão ao profissional o boleto de pagamento para a emissão do registro, conforme Resolução CFN nº 565 de 20 de novembro de 2016. Caberá ao CRN o acompanhamento do pagamento do boleto gerado, para dar prosseguimento a análise da documentação.
A partir da data da inscrição para solicitação do registro, o CRN terá 30 dias, incluídos nesse prazo as diligências que porventura sejam necessárias, para apresentar ao nutricionista informações sobre o processo. Se o registro for deferido, o CRN emitirá para o profissional uma declaração de registro do certificado.
Para acompanhar o andamento do processo, cada profissional, no ato do registro, receberá um protocolo para consultar o processo junto ao Conselho Regional.

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Horário de Funcionamento do CRN/1-MT

 

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Fator de qualidade define reajuste nos planos de saúde

O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) informa que, de 7 de fevereiro a 7 de março de 2018, estará disponível nos sites dos Conselhos Regionais de Nutricionistas (CRN) o questionário de inscrição para os nutricionistas que atuam na saúde suplementar (planos de saúde) ou que desejem se candidatar para obter a certificação do Fator de Qualidade (FQ) nesse segmento. É importante destacar que os questionários serão diferenciados para cada tipo de prestador e, por isso, é fundamental que o nutricionista responda o modelo que está nos sites dos CRN.

O formulário pode ser acessado aqui.
O fator de qualidade é uma base de cálculo definida pela Agência Nacional de Saúde (ANS) a ser aplicada ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para reajustar, anualmente, os contratos entre operadoras e planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde – como hospitais, profissionais de saúde, clínicas e Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapia (SADT). Ao final do período de apuração dos dados, a ANS divulgará a lista de prestadores que preenchem os critérios relativos aos níveis 105% e 100% do FQ.
Recadastramento – Os nutricionistas que preencheram o formulário em 2017 terão que se recadastrar este ano. É a norma estabelecida pela ANS extensiva, inclusive, para aqueles que no ano passado obtiveram pontuação máxima (Nível A). Para iniciar o preenchimento é fundamental ter os títulos de formação/acadêmicos já digitalizados.
Todos os prestadores privados poderão responder aos questionários. As informações obtidas por meio desses formulários também servirão de base para a elaboração de programas e políticas para o setor, em particular o Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar (Qualiss), que consiste no estabelecimento e divulgação de atributos de qualificação relevantes para o aprimoramento da qualidade assistencial oferecida na saúde suplementar.
Reajuste – Quando não houver acordo nas negociações para o reajuste dos valores dos serviços prestados entre o contratante e o contratado, o fator de qualidade poderá ser utilizado. Para saber mais sobre o assunto, é importante conhecer a resolução normativa da ANS nº 364, de 11/12/2014, e as instruções normativas nº 63, de 25/10/2016 nº 64, de 10/11/2016 e a nota técnica 87/2017 indicadores e critérios do fator de qualidade (ano-base 2017) dezembro de 2017.
Os critérios estabelecidos pela ANS para a obtenção do FQ e do reajuste são:

Nível “A”: reajuste de 105% do IPCA
1. Possuir título de formação/acadêmicos (certificado de residência, especialização, especialista, mestrado ou doutorado em qualquer área da nutrição).
2. Responder ao questionário, disponível no portal do CRN.

Nível “B”: reajuste de 100% do IPCA
1. Responder ao questionário, disponível no portal do CRN.

Sem nível: reajuste de 85% do IPCA
1.Para aqueles que não atenderem os requisitos do nível “A” ou do “B”.

Fonte: CFN

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Anvisa aprova Instrução Normativa sobre rastreabilidade de vegetais in natura

Foi aprovada pela Agência de Vigilância Sanitária, no último dia 16 de janeiro, a Instrução Normativa Conjunta que define os procedimentos para aplicação da rastreabilidade ao longo da cadeia produtiva de produtos vegetais frescos destinados à alimentação humana.

Elaborada pela Anvisa, em conjunto com o Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento (Mapa), a proposta tem como objetivo estabelecer um mecanismo para fins de monitoramento e controle de resíduos de agrotóxicos em produtos vegetais frescos em todo território nacional. A rastreabilidade deve ser assegurada por cada ente da cadeia produtiva destes produtos em todas as etapas sob sua responsabilidade.

A instrução já estava prevista desde 2017 e passou por consulta pública por 60 dias. No total foram recebidas e avaliadas 74 sugestões, para aprimoramento da proposta.

A partir de agora, respeitando os prazos estabelecidos nos anexos, os produtos vegetais frescos, ou seus envoltórios, suas caixas, sacarias e demais embalagens devem estar devidamente identificados de forma a possibilitar o acesso, pelas autoridades competentes, aos registros com as informações obrigatórias.
Esta identificação pode ser realizada por meio de etiquetas impressas com caracteres alfanuméricos, código de barras, QR Code, ou qualquer outro sistema que permita identificar os produtos vegetais frescos de forma única e inequívoca.
A rastreabilidade será fiscalizada tanto pela Anvisa quanto pelo Mapa.

Com a aprovação, a INC será encaminhada para aprovação da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) para posterior publicação no Diário Oficial da União.

Fonte: Anvisa

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Processo seletivo CRN-1: Nutricionista Fiscal – Mato Grosso

O Conselho Regional de Nutricionistas – 1ª REGIÃO – CRN/1, torna pública a realização de processo seletivo para contratação temporária de Nutricionista Fiscal, para o estado de Mato Grosso. Será oferecida 1 (uma) vaga, com carga horária de 40 horas semanais e remuneração mensal no valor de R$ 4.208,70, mais auxílios alimentação e transporte.

O contrato terá duração de 8 (oito) meses, podendo ser prorrogado por mais 4 (quatro) meses, a contar da data da contratação.

As inscrições serão feitas exclusivamente via internet, através do autoatendimento CRN-1, no período de 16 a 23 de janeiro de 2018*

Taxa de Inscrição: R$ 50,00 (cinquenta reais) 

O Processo Seletivo será composto das seguintes fases:

a) prova de títulos e experiência profissional, de caráter classificatório.
b) Prova Discursiva: Classificatória e Eliminatória.

Obs.: A prova discursiva será aplicada na cidade de Cuiabá (MT).

 CRONOGRAMA PRELIMINAR DO PROCESSO SELETIVO

EventosDatas prováveis**
Publicação do Edital Normativo12/01/2018
Período de inscrições16/01/2018 a 23/01/2018
Último dia para pagamento da taxa de inscrição23/01/2018
Divulgação do Comprovante Definitivo de Inscrição25/01/2018
Publicação da Convocação para Prova de Títulos e Experiência Profissional29/01/2018
Período para envio dos Documentos – Prova de Títulos e Experiência Profissional30/01/2018 a 02/02/2018
Publicação do Resultado Preliminar – Prova de Títulos e Experiência Profissional16/02/2018
Publicação do Resultado Definitivo – Prova de Títulos e Experiência Profissional e convocação para prova discursiva22/02/2018
Aplicação da Prova discursiva (previsão: turno da tarde)27/02/2018
Publicação do Resultado Preliminar – Prova discursiva06/03/2018
Publicação do Resultado Definitivo – Prova discursiva12/03/2018
Publicação do Resultado Final – Homologação de Resultados19/03/2018
O CRN/1 efetuará as publicações na imprensa oficial e dará publicidade em seu endereço eletrônico.

* Instruções para inscrição

** Datas prováveis de realização. Qualquer alteração no cronograma será divulgada por meio de comunicado oficial no

endereço eletrônico http://www.crn1.org.br

21/02/2018 – Resultado definitivo da prova de títulos e experiência profissional e local/horário da prova discursiva

29/01/2018 – Convocação para envio dos documentos  – Prova de Títulos e Experiência Profissional

25/01/2018 – Edital de Divulgação do Comprovante Definitivo de Inscrição

Imprima seu comprovante:
MARIELA DE SA GUERRA
ANA PAULA ALVES DE SOUZA
ADRIANA DE ANDRADE VIEIRA NODARI
BIANCA KRISLEY FELIPPI
ANA KAROLINA DE OLIVEIRA
MIRELLY DOS SANTOS AMORIM
ANA CARLA DE ALCANTARA
MARINA THOMMEN PEREIRA
IARA WAINE ALMEIDA DOS SANTOS
MARILIA CARVALHO SAMPAIO
NIELY DE PINHO
TANIA QUINTELLA SANTOS

19/02/2018 – Resultado preliminar da prova de títulos e experiência profissional

12/01/2018 – CLIQUE AQUI para acessar o Edital

Demais formulários encontram-se nos links abaixo

Recurso para resultado preliminar da prova discursiva

Recurso para resultado preliminar da prova de títulos

Entrega de documentos para a prova de títulos e experiência profissional

 

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Contribuição 2018

Informarmos que os boletos para recolhimento da Contribuição 2018 (cota única ou 1ª parcela) já estão disponíveis no site do CRN/1. Para impressão (ou download), siga as instruções:

  1. Acesse o site do Conselho: www.crn1.org.br
  2. Clique em “AUTOATENDIMENTO” (na parte superior do site)
  3. Clique em “REEMITIR BOLETO” (na parte inferior do site)

4. Digite seu nº de inscrição ou CPF e clique em listar boletos

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Regra define padrões para alimento infantil.

Medida preenche lacuna regulatória da legislação sanitária, além de aumentar a segurança dos alimentos infantis.

A produção de alimentos destinados a lactentes e crianças de primeira infância está mais segura. Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (13/12), a Resolução de Diretoria Colegiada – RDC 193/17, da Anvisa, que estabelece os limites máximos tolerados de determinados contaminantes em alimentos infantis. Este regulamento técnico se aplica às empresas que importam, produzem, distribuem e comercializam produtos alimentícios voltados ao público infantil.
Antes, já havia a Resolução RDC n 42, de 29 de agosto de 2013, que estabelece os limites máximos de contaminantes inorgânicos em alimentos. No entanto, essa norma não se aplica de forma específica aos alimentos infantis. A partir de agora, as empresas que fabricam alimentos destinados a crianças contam com padrões claros e bem definidos e os consumidores têm mais segurança.
Desta forma, fica definido pela Resolução que a presença dos contaminantes (arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico) deve ser a menor possível e não deve ultrapassar os limites máximos tolerados, uma vez que, em razão da existência natural dessas substâncias nos alimentos torna-se praticamente impossível a eliminação completa na produção dos mantimentos.
A verificação dos limites máximos tolerados dessas substâncias em alimentos infantis deve se basear nos valores estabelecidos na Resolução que leva em consideração os regulamentos internacionais de referência como o Codex Alimentarius, criado com o objetivo de proteger a saúde dos consumidores e estabelecer normas internacionais na área de alimentos, incluindo padrões, diretrizes e guias sobre Boas Práticas e de Avaliação de Segurança e Eficácia.

Saiba quais são os Limites Máximos Tolerados (LMT) dos contaminantes (arsênio inorgânico, cádmio total, chumbo total e estanho inorgânico) em alimentos infantis:

Arsênio Inorgânico

CategoriasLMT (mg/kg)
I – Alimentos à base de cereais para alimentação infantil0,15
II – Alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância0,15
III – Fórmulas infantis para lactentes0,02
IV – Fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância0,02
V – Fórmulas infantis destinadas a necessidades dietoterápicas específicas0,02
VI – Fórmula pediátrica para nutrição enteral0,02
VII – Fórmulas de nutrientes apresentadas ou indicadas para recém-nascidos de alto risco0,02
VII -Outros alimentos especialmente formulados para lactentes e crianças de primeira infância0,02

Cádmio total

CategoriasLMT (mg/kg)
I – Alimentos à base de cereais para alimentação infantil0,05
II- Alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância0,10
III – Fórmulas infantis para lactentes0,01
IV – Fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância0,01
V – Fórmulas infantis destinadas a necessidades dietoterápicas específicas0,01
VI – Fórmula pediátrica para nutrição enteral0,01
VII – Fórmulas de nutrientes apresentadas ou indicadas para recém-nascidos de alto risco0,01

Chumbo total

CategoriasLMT (mg/kg)
I – Alimentos à base de cereais para alimentação infantil0,05
II – Alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância0,15
III – Fórmulas infantis para lactentes0,01
IV – Fórmulas infantis de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância0,01
V – Fórmulas infantis destinadas a necessidades dietoterápicas específicas0,01
VI -Fórmula pediátrica para nutrição enteral0,01
VII – Fórmulas de nutrientes apresentadas ou indicadas para recém-nascidos de alto risco0,01
VIII – Outros alimentos especialmente formulados para lactentes e crianças de primeira infância0,01

Estanho inorgânico

CategoriasLMT (mg/kg)
Alimentos infantis enlatados50

 

Os limites máximos tolerados de arsênio inorgânico e estanho inorgânico, podem ser verificadas por metodologias que quantifiquem o arsênio total e o estanho total. Caso os resultados sejam superiores aos respectivos limites máximos tolerados, devem ser realizados ensaios para quantificação das formas inorgânicas desses contaminantes.

Objetivo

O principal objetivo da atuação regulatória, RDC 193/17, é restringir a exposição de lactentes e crianças de primeira infância aos contaminantes em questão, diminuindo os riscos associados ao seu consumo. Visto que é essencial manter a quantidade desses contaminantes dentro dos limites aceitáveis do ponto de vista toxicológico, essa preocupação sanitária nos alimentos infantis é de total relevância devido à vulnerabilidade desta população aos efeitos nocivos dessas substâncias, cujo impacto pode afetar o desenvolvimento físico e cognitivo.

Disposições da Resolução

O descumprimento das disposições contidas na Resolução constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.
A Resolução entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de da sua publicação. Desta forma, os produtos fabricados até a entrada em vigor da Resolução poderão ser comercializados até o fim dos respectivos prazos de validade sem nenhuma penalidade.

Texto original: CFN

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AVISO – Funcionamento Delegacia de Cuiabá – MT

 

Comunicamos que, em caráter excepcional, não haverá expediente na delegacia de Cuiabá – MT  no período de 26 de dezembro de 2017  a 1 de janeiro de 2018
Solicitações urgentes poderão ser tratadas diretamente com a Sede do CRN/1 em Brasília, pelo telefone (61) 3328-3078 ou
e-mail crn1@crn1.org.br.
Dia 02 de janeiro o atendimento será em horário normal.

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OPAS/OMS lança publicação sobre iniciativas de combate à má nutrição no Brasil

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou no dia 24 de novembro a publicação “Sistemas alimentares e nutrição: a experiência brasileira para enfrentar todas as formas de má-nutrição”. Fruto de parceria entre o organismo internacional e o governo brasileiro, o documento apresenta um conjunto de políticas, programas e ações exitosas desenvolvidas nos últimos anos no país.

De acordo com a publicação, a governança da Segurança Alimentar e Nutricional e do Direito Humano à Alimentação Adequada no Brasil é uma referência internacional, por ter reduzido de forma expressiva a fome, a desnutrição e a subalimentação nos últimos anos. Entre as iniciativas brasileiras bem-sucedidas estão o Programa Bolsa Família, o Programa Nacional de Alimentação Escolar e a Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Segundo o representante da OPAS/OMS no Brasil, Joaquín Molina, é fundamental evidenciar o panorama dos sistemas alimentares em todo o mundo. “Enfrentamos ainda múltiplas formas de má nutrição. Deficiências de micronutrientes e desnutrição coexistem com sobrepeso e obesidade. Esses problemas, além de incidirem na saúde e na qualidade de vida das pessoas, impactam em uma carga elevadas de doenças, com consequências sociais e econômicas para as famílias e comunidades”, afirma.

O representante pontua também que a alimentação e a nutrição fazem parte de todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial do ODS 2, que visa acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição, bem como promover a agricultura sustentável.

Américas

Nas últimas décadas, a região das Américas tem passado por uma mudanças econômicas, demográficas, tecnológicas e culturais, que impactaram profundamente nos sistemas alimentares (conjunto de atores e regras que determinam como se produzem, comercializam, distribuem, processam e consomem os alimentos, desde o cultivo até a mesa das pessoas).

Essa transformação fez com que as Américas se tornassem uma “potência alimentar” e já demonstrou vários efeitos positivos em termos de bem-estar da população e redução da pobreza em muitos países.

No entanto, há também efeitos negativos. A América Latina registra um aumento relevante no consumo de alimentos ultraprocessados ou com alta quantidade de açúcar, sal e gordura – fatores que explicam o crescimento considerável da obesidade na maioria dos países da região.

Por isso, o compartilhamento de experiências bem-sucedidas entre os países da região é fundamental para tornar os sistemas alimentares mais sustentáveis, justos, inclusivos e sensíveis à má nutrição.

Fonte: OPAS/OMS

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Convocação CRN Jovem – Mato Grosso

O Conselho Regional de Nutricionistas – 1ª Região, com objetivo de aproximar o futuro
Nutricionista do Sistema CFN/CRN, buscando orientar e atender expectativas inerentes a
exercício profissional e em cumprimento à Portaria CRN-1 nº 11/2017, convoca a participar da cerimônia de Posse dos membros do CRN1 Jovem – MT, biênio 2018-2019  as Instituições de Ensino Superior em Nutrição do Estado do Mato Grosso e  representantes acadêmicos abaixo listados;

UFMT
Coord. Dra. Aída Couto Dinucci Bezerra
Acadêmicos representantes:
Erica Tanise Alves Dos Santos
Andressa Pereira Leite Dos Reis
Anália Thais Soares Morais

UNIC
Coord. Dra. Melissa Schirmer
Acadêmicos representantes:
Danielly Sousa da Silva
Lourival Candido Santana
Lurianne Zanghelini De Liz

UNIVAG
Coord. Eliana Santini
Acadêmicos representantes:
Letícia Portela Bruno da Silva
Lucas de Oliveira Carneiro Costa
Tainás Freitas Silva

UNIVAR
Coord. Dra. Vanessa Dias da Silva
Acadêmicos representantes:
Marina de Cesário Schwantes
Vanessa Figueiredo Mendes
Scarlat Silva Souza

12 de Dezembro, às 15h
Delegacia CRN-1
Av. Rubens de Mendonça n° 990 – Ed. Empire Center, sala 502.

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39 ENTIDADES ASSINAM NOTA CONTRA ENSINO A DISTÂNCIA NA GRADUAÇÃO EM SAÚDE

Nos dias 20, 21 e 22 de novembro, a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relação de Trabalho do Conselho Nacional de Saúde (Cirhrt/CNS) realizou uma Reunião Ampliada com a pauta da Educação a Distância (EaD) nos cursos de graduação na área da saúde. Em nota, o CNS e as entidades representadas defenderam que, para cuidar de pessoas, é necessário contato presencial na formação. A reunião ocorreu em Brasília.

A reunião contou com representantes das associações de ensino, conselhos e federações das 15 categorias profissionais da área da saúde, bem como de gestores da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS).

“A EaD é um lucrativo mercado onde a informação predomina sobre a formação, é urgente o nosso debate sobre o papel da mercantilização da educação na área da saúde. O Conselho Federal de Medicina é veementemente contrário à EaD nos cursos da saúde”, disse Lucio Flavio Silva, Coordenador de Ensino Médico do CFM. Segundo ele, essas profissões precisam de treinamento prático e vivencial entre profissionais e pacientes.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA

“Já temos problemas com a qualidade no ensino presencial, imagina como será com o ensino distância”, declarou Solange Caetano, representante da Federação Nacional dos Enfermeiros. “Somos extremamente contra essa modalidade na nossa profissão por entender que ela não qualifica a formação, diminui a qualidade do profissional e diminui a qualidade da assistência”.

Para Maria Luiza Jaeger, representante da Associação Brasileira Rede Unida, a formação tem que se dar nas vivências práticas. “Quando falamos de saúde, é preciso lembrar que estamos falando de vida das pessoas. As diretrizes curriculares têm que passar pelo CNS, porque é papel constitucional do Conselho ordenar essa formação dentro das necessidades do Sistema Único de Saúde”, declarou.

Veja quais entidades já assinaram

  1. Associação Brasileira da Ensino em Fisioterapia (ABENFISIO)
  2. Associação Brasileira de Educação em Nutrição (ABENUT)
  3. Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (ABEF)
  4. Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM)
  5. Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn)
  6. Associação Brasileira de Ensino da Educação Física para a Saúde (ABENEFS)
  7. Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP)
  8. Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS)
  9. Associação Brasileira de Ensino Odontológico (ABENO)
  10. Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN)
  11. Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais (ABRATO)
  12. Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
  13. Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS)
  14. Conselho Federal de Biologia (CFBio)
  15. Conselho Federal de Educação Física (CONFEF)
  16. Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)
  17. Conselho Federal de Farmácia (CFF)
  18. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO)
  19. Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa)
  20. Conselho Federal de Medicina (CFM)
  21. Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)
  22. Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)
  23. Conselho Federal de Odontologia (CFO)
  24. Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
  25. Conselho Federald de Psicologia (CFP)
  26. Conselho Regional de Odontologia de são Paulo (CRO-SP)
  27. Cuidar é Lutar – Coletivo Independente de Enfermagem
  28. Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM)
  29. Diretoria Executiva Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia (DENEFONO)
  30. Escola Nacional dos Farmacêuticos
  31. Executiva Nacional de Estudantes de Nutrição (ENEN)
  32. Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem (ENEEnf)
  33. Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP
  34. Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR)
  35. Federação Nacional dos Nutricionistas (FNN)
  36. Rede Nacional de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional (RENETO)
  37. Rede Unida
  38. Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP)
  39. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa)

Para assinar a nota representando a sua entidade, basta entrar em contato pelo telefone (61) 33152880 e pelo e-mail cirhrt.cns@saude.gov.br 

Fonte: Ascom CNS

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Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia


Aconteceu no último dia 28 o lançamento do estudo “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia, de autoria da pesquisadora Larissa Mies Bombardi, do Laboratório de Geografia Agrária da USP. O estudo, inédito, traça um paralelo entre a legislação e o consumo de agrotóxicos no Brasil e na EU e aponta alguns dados alarmantes a respeito do uso de agrotóxicos aqui.
Segundo o estudo de Larissa, existem 504 agrotóxicos de uso permitido no Brasil, sendo que 30% desses são proibidos na União Europeia – alguns há mais de uma década. E estes mesmos itens vetados estão no ranking dos mais vendidos.
Além disso, mesmo entre os produtos de uso liberado pela União Europeia, a lei brasileira permite limites muito superiores aos europeus, chegando até 5 mil vezes maior no caso da água potável.

Desde 2008 o Brasil é o país campeão mundial em uso de agrotóxicos, totalizando 20% do que é comercializado mundialmente. Não bastasse, o manuseio não parou de crescer. Entre 2000 e 2014, mostrou o estudo, o Brasil saltou de cerca de 170 mil toneladas para 500 mil, aumento de 194% em quinze anos.
Aumento esse que não está ligado a um aumento da produção de alimentos por hectare, mas pode estar relacionado ao aumento da concentração de terras e da plantação de produtos que usam grandes quantidades de herbicidas. Em 2003 as fazendas declaradas com área superior a 100 mil hectares ocupavam 2% de todo o território destinado a imóveis rurais no país, em 2015, o número saltou para 18%. Em 13 anos, a área cultivada de soja aumentou 79% no Brasil.

É possível fazer o download gratuito do Atlas através do link https://goo.gl/4XY3SS ou adquirir o formato impresso pelo blog https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017 a partir do dia 11/12/2017

Fonte: Repórter Brasil

 

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