Câmara Legislativa promove Audiência Pública sobre Atenção Primária à Saúde no DF

No dia 7 de fevereiro, a conselheira do CRN1 Mariana Delgado De Olival participou da Audiência Pública Atenção Primária à Saúde no DF, que aconteceu na no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), com debates sobre a priorização da Atenção Primária na Saúde Pública do DF. Segundo o próprio site da CLDF, assuntos como dificuldades de recursos, orçamentos, importância da estratégia de saúde da família foram abordados durante a audiência.

Se você quer saber mais sobre o papel do Nutricionista na Atenção Primária, o CFN possui um documento que mostra aos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) o posicionamento e a visão do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) em relação ao papel da Nutrição como área estratégica da Atenção Primária em Saúde.
Disponível aqui

Fonte: Câmara Legislativa
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EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO DE NUTRICIONISTA : O QUE O SISTEMA CFN/CRN FAZ A RESPEITO?

 

A prescrição dietoterápica é atribuição privativa do nutricionista desde quando a profissão teve sua regulamentação definitiva através da Lei nº 8.234 de 17 de setembro de 1991. A partir de então, exclusivamente os nutricionistas podem realizar  assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e a nível de consultórios de nutrição e dietética, prescrevendo, planejando, analisando, supervisionando e avaliando dietas.

Com o passar dos anos tornou-se cada vez mais comum leigos e outros profissionais da saúde atuarem na área de nutrição e dietética, sem serem habilitados para este exercício profissional.

O Sistema CFN/CRN é totalmente contra o exercício ilegal da profissão do nutricionista, lutando contra propostas que visam atribuir a outros profissionais atividades privativas do nutricionista, que são previstas em Lei, se posicionando e defendendo a categoria e a regulamentação da profissão.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou em 2016 o Parecer CFM nº 20/2016 em que concluiu haver competência dos médicos para a prescrição de dietas “quando tiver por pressuposto o diagnóstico de uma doença e tiver um objetivo terapêutico”.  Em resposta a esse despacho, o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) emitiu o seu posicionamento em relação às possibilidades legal e técnica de médicos prescreverem dietas, demonstrando que a prescrição dietética é atribuição privativa do nutricionista, excluindo-se quaisquer outros profissionais, até mesmos os médicos, já que nenhum curso além da graduação em Nutrição oferece capacitação para tal atividade. Vale ressaltar ainda que um parecer de um Conselho profissional não possui validade quando contraria uma Lei Federal.

Em 2018, o Deputado Roberto de Lucena propôs alterações na Lei nº 8234/1991 através do Projeto de Lei n° 10.981/2018, no qual sugeria a exclusão da  Assistência e Educação Nutricional, a assistência dietoterápica, a assessoria e consultoria em Nutrição e Dietética e a avaliação de estudos dietéticos, das atividades privativas do nutricionista e a delegação destas atividades também aos médicos de qualquer especialidade.

A proposta recebeu inúmeras manifestações contrárias de nutricionistas, o que o levou o deputado a retirar o projeto de tramitação para ouvir as partes envolvidas. Em reunião com o deputado, o CFN expôs argumentos que apoiam a competência exclusiva dos nutricionistas em prescrever dietas, o que resultou na criação de uma comissão composta por nutricionistas, CFN e outras entidades de nutricionistas, CFM, médicos nutrólogos e pediatras, para esclarecer polêmicas em torno da atuação destes profissionais.

No CRN/1, em 2018, denúncias com natureza de exercício ilegal da profissão corresponderam a 28% das denúncias recebidas. Já no ano de 2019, até o mês de Julho, corresponderam a 61% das denúncias. É visível o aumento do exercício ilegal da profissão de nutricionista e também o aumento da colaboração dos nutricionistas e da sociedade em geral denunciando os fatos, tendo o CRN/1 encaminhado às instâncias cabíveis todas as denúncias recebidas com elementos suficientes  .

Em 2019 dois médicos denunciados pelo CRN/1 foram indiciados por exercício ilegal da profissão, tendo sido instaurados processos criminais que tramitam perante Juizados Especiais Criminais. Em ambos os casos os indiciados aceitaram a proposta de transação penal oferecida pelo Ministério Público, que consiste no cumprimento antecipado de pena restritiva de direito ou multa mediante o arquivamento do processo criminal.

Infelizmente, as autoridades nem sempre dão retorno quanto às medidas adotadas, contudo o CRN/1 busca acompanhar as providências adotadas até o final do processo, a fim de garantir o devido retorno à sociedade.

Contamos com a colaboração da sociedade e da classe, que continuem denunciando aos órgãos competentes e ao Conselhos Regionais de Nutricionistas, para que possamos continuar combatendo o exercício ilegal da nossa profissão.

http://www.cfn.org.br/index.php/posicionamento-prescricao-dietetica/

http://www.cfn.org.br/index.php/o-cfn-reafirma-prescricao-dietoterapica-e-privativa-do-nutricionista/

http://www.crn1.org.br/nota-de-esclarecimento-nao-ao-pl-10-981/

https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/pareceres/BR/2016/20

 

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Nova Lei de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Vegetal, Animal e Microorganismos no DF.

No último dia 10 de janeiro foi sancionado pelo governador Rodrigo Rollemberg uma nova lei que dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal, vegetal e de microrganismos processados no Distrito Federal, e dentre outras medidas, estabelece a competência de fiscal agropecuário de inspeção para Nutricionista da carreira de Desenvolvimento e Fiscalização Agropecuária.
Conforme salientou a nutricionista Adriana Del Fiaco, da Secretaria de Estado da Agricultura do Distrito Federal, tal lei é “um grande avanço para nossa categoria profissional, por assegurar a previsão legal do nutricionista na equipe multiprofissional de fiscais agropecuários, dentro de suas atribuições profissionais legais, na garantia da segurança dos alimentos produzidos no Distrito Federal. Um importante ganho para a saúde pública do DF”.

Para saber mais sobre a Lei 5.800 acesse https://goo.gl/BAbgx3

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e-Nutricionista

 CFN publica Resolução 666, que disciplina a teleconsulta durante a pandemia.

Plataforma de cadastro para teleconsulta é mais um instrumento de controle e segurança para profissionais e pacientes durante a pandemia.

Aguardada por nutricionistas de todo o Brasil, a Resolução CFN nº 666, que define e disciplina a teleconsulta como forma de realização da consulta de nutrição durante a pandemia do novo coronavírus, foi publicada hoje (2), no Diário Oficial da União (DOU). A resolução também institui o Cadastro Nacional de Nutricionistas para Teleconsulta (e-Nutricionista), um recurso para dar mais segurança a usuários e profissionais.

e-Nutricionista (Clique Aqui)

Veja a notícia na íntegra.

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Atendimento telefônico

Segunda a sexta-feira, de 8h às 12h | de 13h30 às 17h

DF: (61) 3328-3078

GO: (62) 3225-6730

MT: (65) 3052-8380

TO: (63) 3217-2406

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Seminário Online em Comemoração ao Dia do Nutricionista – EAPSUS/FEPECS

A Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EAPSUS) , mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS) em conjunto com a Gerência de Nutrição da Secretaria de Saúde do DF (GESNUT), promovem neste mês de agosto Seminário Online em Comemoração ao Dia do Nutricionista. Serão 4 dias (um por semana) com diversos temas. O primeiro dia será terça-feira 11/08/2020 com os seguintes temas: “Terapia Nutricional voltada para pacientes com COVID” e “Experiência em terapia nutricional do Hospital Regional da Asa Norte”

O link para participar é o canal da EAPSUS no Youtube:  http://youtube.com/channel/UCZz8h3HNN4j-XlMzhHX65bQ

Contaremos com a presença de:
– Raira Pagano – Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Pós-graduada em saúde do idoso pela Unifesp, Mestre em Ciências da Saúde pela Unifesp, Especialista em projetos do Laboratório de Implementação do Conhecimento em Saúde – HCor
– Daiane Santos de Oliveira – Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo, Especialista em Nutrição Clínica e Terapia Nutricional pelo Insira Educacional, Nutricionista Clínica e do programa cuidados clínicos de Insuficiência Cardíaca e Ambulatório de Insuficiência Cardíaca no Hcor.
– Andreia Neves Duarte – Nutricionista do HRAN, pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Programa de Residência da SES/DF, pós-graduada em Docência Superior pela Universidade Gama Filho, Mestra em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde pela UnB e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura da UnB.
– Moderadora: Carolina Rebelo Gama – Nutricionista da SES/DF, pós-graduada em Gastronomia e Segurança Alimentar pela UnB, em Nutrição Clínica pelo Programa de Residência da SES/DF e em Nutrição Clínica Funcional pela Universidade Cruzeiro do Sul, atualmente está como Gerente de Serviços de Nutrição da SES/DF.
Mais informações no site da EAPSUS/FEPECS

Acesse a programação: Programação

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CRN 1 pede a inclusão de nutricionistas e técnicos em lei que institui Indenização Extraordinária de Combate à COVID-19 em Tocantins

Medida buscar garantir igualdade de tratamento entre servidores públicos da saúde expostos ao novo coronavírus

O Conselho Federal de Nutricionista da 1ª Região (CRN 1) oficiou nesta terça-feira (4) o Governador do estado de Tocantins Mauro Carlesse. O motivo da ação se deu por conta da Lei nº 3.705/2020, que instituiu a Indenização Extraordinária de Combate à COVID-19 durante o estado de calamidade pública aos servidores públicos vinculados a unidades hospitalares e ao Laboratório Central de Saúde Pública – LACEN/TO, mas que não incluiu nutricionistas e técnicos em nutrição e dietética.

De acordo com a presidente do CRN 1 Renata Alves Monteiro a exclusão desses profissionais causa prejuízos a toda a categoria, já que estes também se encontram na linha de frente da assistência à população nas unidades hospitalares. São servidores que atuam na redução dos riscos de agravamentos e contribuem para a recuperação dos pacientes acometidos pela COVID-19, especialmente aqueles que se encontram no grupo de risco, como obesos, hipertensos e diabéticos.

“Sabemos que na atual situação, as medidas de proteção a esses profissionais se agravam, já que precisam estar fisicamente presentes para o desempenho de suas atribuições”, explica Renata. “Tal risco aumenta quando o trabalho é realizado em ambientes hospitalares, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação, triagem e outros cenários de atendimento à saúde.”

O objetivo do ofício foi ressaltar junto ao governo a importância da inclusão dos profissionais na Lei nº 3.70/2020, de forma que haja isonomia no tratamento entre os servidores da saúde do estado de Tocantins. “Nesses ambientes, os profissionais ficam ainda mais expostos, especialmente quando prestam algum tipo de assistência às pessoas com COVID-19, que se encontram em áreas de isolamento, como enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva (UTI)”, conclui Renata.

 

Informações para imprensa

Cecília Garcia – Assessora de Comunicação e Imprensa do CRN 1

Tel: (61) 99273-2202

E-mail: comunicacao@crn1.org.br

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Fiscalização CRN1 – Projeto de Orientação Remota

Como forma de se aproximar dos nutricionistas e técnicos e, assim, contribuir para o enfrentamento da crise, desde maio deste ano, a fiscalização do CRN 1 está com o Projeto de Orientação Remota. A ideia é entender as preocupações da categoria, esclarecer dúvidas e orientar os nutricionistas e TNDs.

O contato inicial é realizado por meio de e-mail institucional. Nele, faz-se o agendamento de videoconferência para a aplicação de um questionário sobre a atuação dos profissionais e para sanar dúvidas. Os resultados obtidos ajudam a traçar um diagnóstico das condições do exercício profissional da categoria nesse período de pandemia.

Nos meses de maio e junho, foram aplicados 237 questionários, em 6 diferentes áreas de atuação: Consultório/Ambulatório; Hospital; Unidades de Alimentação e Nutrição (UANs); Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); Escola Privada e em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI).

Em todas as áreas, houve mudanças na maneira de realizar o acompanhamento, por conta da pandemia. Ao longo desses meses de isolamento, as alterações nas formas de trabalho propostas por órgãos governamentais estão sendo acompanhadas de perto pela equipe de fiscalização do CRN1.

Nos consultórios e ambulatórios, assim como em ambientes hospitalares e ILPIs procurou-se saber sobre as formas como os atendimentos estavam acontecendo, possíveis avaliações antropométricas realizadas em tempos de pandemia e informações sobre os atendimentos online. Também foi questionado se os profissionais tinham conhecimento das ações do Sistema CFN/CRN que beneficiam os Nutricionistas e Técnicos em Nutrição e Dietética durante a pandemia da COVID – 19.

Em relação ao PNAE, a preocupação era com relação aos ajustes no fornecimento de alimentação em tempos de isolamento. – alterado devido à necessidade de manter o fornecimento aos estudantes – assim como saber se estavam cumprindo alguns requisitos, como o fornecimento de frutas e hortaliças in natura.

Nas UANs, foram averiguadas informações sobre as mudanças e adaptações de boas práticas nas unidades, para que assim mantivessem as normas de segurança para os manipuladores e comensais. Junto às Escolas Privadas, as informações colhidas foram sobre a forma como os trabalhos estavam acontecendo em relação ao planejamento de divulgação de informações durante e pós isolamento social.

Em todas as áreas de atuação, houve também a preocupação em saber sobre possíveis reduções de jornada de trabalho e o formato em que esses profissionais estavam atuando, sendo online ou presencial.

É importante destacar que a equipe de fiscalização do CRN1 continua trabalhando para o aprimoramento das condições de trabalho e está disponível caso ocorra alguma dúvida.

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Dia do Orgulho LGBTTQIA+

No dia 28 de junho, celebramos Dia do Orgulho LGBTTQIA+, que tem como proposta chamar a atenção para discussão sobre o respeito, ódio, violência e preconceito motivados pela orientação sexual e identidade de gênero no mundo todo, motivando assim, a criação de políticas públicas voltadas para esse público e leis que promovam uma melhor igualdade social e cidadania para essa comunidade.

Consta nos Princípios Fundamentais do Código de Ética e de Conduta do Nutricionista, que as atribuições da profissão devem ser desempenhadas respeitados alguns itens, dentre eles: o respeito a vida com sua singularidade e pluralidade; respeito ao gênero, sem qualquer forma de discriminação em suas relações profissionais. Também, no capítulo II do código, é um direito do nutricionista denunciar aos órgãos responsáveis qualquer forma de discriminação, contra si ou ao próximo, assim como é vedado ao nutricionista participar de atos que caracterizem agressão. Lembrando que no juramento do nutricionista, instituído pela Resolução CFN nº 382/2006, encontra-se o exercer a profissão sem discriminação de qualquer natureza.

A legitimação para esses processos de mudança vem do entender os direitos de inclusão e cidadania como equivalentes aos demais direitos, sendo importante que entidades de classe protejam todas e todos nutricionista independente de raça, cor ou gênero; unidos com a equidade, justiça.

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UFT e CONSEA TO promovem Curso de Aperfeiçoamento em Educação, Pobreza e Desigualdade Social.

Neste sábado, 27 acontece a aula inaugural do Curso Aperfeiçoamento em Educação, Pobreza e Desigualdade Social, aberta ao público e com transmissão online.

Coordenado pela Profa. Salete Klein,que também é conselheira do CRN-1, o curso é promovido pela Universidade do Tocantins, em parceria com o CONSEA TO

Clique aqui para acessar a programação

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Anvisa estabelece ações para a área de alimentos durante a pandemia

Agência apresenta boletim informativo com as principais ações realizadas pelo setor de alimentos no enfrentamento da pandemia pelo novo coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), disponibilizou o Boletim Informativo da Gerência Geral de Alimentos da Anvisa, que traz as principais ações realizadas na área de alimentos para o enfrentamento da situação de emergência em saúde no país. O documento apresenta informações para subsidiar ações do Centro de Coordenação de Operações do Comitê de Crise da Covid-19 (CCOP), uma instância de articulação do governo federal cuja agência compõe.

O documento é dividido em três partes: gestão interna, ações relacionadas ao risco de desabastecimento e subsídios técnicos. A primeira delas agrupa temas como a recomendação do Ministério Público do Trabalho sobre frigoríficos e abatedouros, além da republicação da RDC 355/2020, que aborda a suspensão de prazos processuais, bem como o plano de contingencia do setor para gerenciar riscos corporativos.

A parte sobre ações relacionadas ao risco de desabastecimento, conta com editais de chamamento publicados, articulações realizadas com associações do setor produtivo, além de respostas a consultas realizadas. Finalmente, a última parte do boletim traz o anexo do plano de contingencia.

Acesse o documento na íntegra aqui.

Fonte: Nutri Online

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CFN publica nova resolução sobre prescrição dietética de suplementos alimentares

Documento é instrumento norteador para toda a categoria

O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) publicou na última segunda-feira (15), no Diário Oficial da União, a Resolução CFN nº 656, que trata sobre a prescrição dietética pelo nutricionista de suplementos alimentares e dá outras providências.

Com a atualização do marco regulatório dos suplementos alimentares pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o CFN, no exercício das competências previstas em lei, verificou a necessidade de alinhamento de terminologia ao novo marco regulatório. A Anvisa adotou a denominação suplementos alimentares para enquadrar seis categorias de alimentos e uma de medicamento: suplementos de vitaminas e minerais; substâncias bioativas e probióticos; novos alimentos e novos ingredientes; alimentos com alegações de propriedades funcionais e de saúde; suplementos para atletas; complementos alimentares para gestantes e nutrizes e medicamentos específicos sem prescrição médica.

Para a nutricionista Elisabeth Chiari, diretora-secretária do CFN, a referida resolução é de extrema importância para a categoria. “A Resolução CFN nº 656/2020 é um instrumento norteador para a atuação do nutricionista na área da nutrição clínica e esportiva quando se fala em prescrição de suplementação alimentar. A suplementação está ligada a prescrição dietoterápica para determinadas patologias ou situações, onde o paciente não consegue ingerir toda a quantidade de nutrientes importantes para a manutenção ou recuperação do estado nutricional”.

Elisabeth Chiari também destaca outros pontos da resolução, como a definição do que são suplementos alimentares de prescrição do nutricionista, incluindo, por exemplo, substâncias bioativas, enzimas, prebióticos e probióticos, entre outros; as vias possíveis de administração dos suplementos; a orientação de como o nutricionista deve considerar e como proceder para ter uma prescrição nutricional de suplemento de forma segura e, como anexo da resolução, um inédito glossário orientativo para prescrição nutricional.

A Resolução CFN nº 656 já está em vigor, revogando a Resolução CFN nº 390, de 27 de outubro de 2006 e a Recomendação CFN nº 004, de 21 de fevereiro de 2016.

GT Suplementos Alimentares

Até a publicação da Resolução CFN nº 656, de 15 de junho de 2020, um longo caminho de estudos e discussões foi percorrido. A nutricionista e conselheira federal, Silvia Cozzolino, que coordenou as atividades desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho (GT) Suplementos Alimentares, ressalta os avanços da resolução para a categoria. “A resolução preenche uma lacuna nessa área de suplementos alimentares, orientando o nutricionista sobre a abrangência da atuação. É importante salientar que, ao indicar a suplementação, o nutricionista deve ter pleno conhecimento sobre esse tema, lembrando que uma dieta adequada pode, na maior parte das vezes, ser insuficiente para um estado nutricional adequado”.

Também contribuíram com a discussão no GT, as nutricionistas Cristiane Cominetti, Dilina Marreiro, Fabiana Poltronieri, Sula de Camargo e o coordenador da Unidade Técnica do CFN, Juarez Calil Alexandre.

Fonte: Conselho Federal de Nutricionistas

 

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ONU alerta: pandemia pode ampliar fome e jogar 49 milhões de pessoas na pobreza extrema

A pandemia da Covid-19 agrava a crise alimentar e a desigualdade social

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou no dia 9 de junho, em Nova Iorque (EUA), um documento político sobre a pandemia do novo coronavírus e a ameaça à segurança alimentar e nutricional (SAN), especialmente para os mais vulneráveis em todo o mundo. Quem faz o alerta para essa situação é o secretário-geral da ONU, António Guterres.

“Este ano, cerca de 49 milhões de pessoas podem cair na pobreza extrema devido à crise da Covid-19. O número de pessoas expostas a uma grave insegurança alimentar e nutricional vai crescer rapidamente. A queda de um ponto percentual no Produto Interno Bruto global significa mais 700 mil crianças raquíticas”, disse o secretário-geral da ONU durante seu discurso no lançamento do relatório.

Na avaliação da ONU, muitas pessoas já viviam na crise alimentar, antes da pandemia, que agrava a situação e coloca em risco os sistemas alimentares, com interrupções na cadeia de abastecimento.

Clique aqui e acesse o documento da ONU na íntegra (em inglês).

Brasil: entidades na luta contra a fome

O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) é signatário da carta intitulada “Garantir o direito à alimentação e combater a fome em tempos de coronavírus: a vida e a dignidade humana em primeiro lugar!”, endossada por diversos movimentos e organizações da sociedade civil brasileira que, historicamente, atuam na defesa do Direito Humano à Alimentação e Nutrição Adequada (DHANA) e da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (SSAN). A pandemia trouxe à tona, questões como desigualdade social, étnico-raciais, de gênero e as precárias condições de vida de grande parte da população brasileira.

Na avaliação da nutricionista Rita Frumento, presidente do CFN, o Brasil corre sérios riscos de voltar ao mapa da fome mundial. “Com a pandemia, vemos com muita preocupação o aumento da fome e da desigualdade social no Brasil. Infelizmente, estamos novamente na rota do mapa da fome. Precisamos incrementar as estratégias e políticas públicas para conseguir avançar e mitigar os danos causados pela pandemia, principalmente com relação as políticas de SAN e DHANA”.

 

Fonte: Conselho Federal de Nutricionistas

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Guia para Alimentação Escolar em tempos de Covid-19

Os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) estão disponíveis para a distribuição de alimentos, mas ainda são poucos os estados e municípios que fazem a distribuição da Alimentação Escolar. Por essa razão, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), em parceria com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e o Movimento Sem Terra (MST), elaborou o Guia “Alimentação Escolar no contexto da pandemia da COVID-19”.

O guia compila legislação nacional e orientações do Fundo Nacional de Desenvolvimento Escolar (FNDE). Aponta questões que devem ser observadas para a garantida do Direito Humano à Alimentação Adequada, tais como a garantia de compra de 30% da agricultura familiar, e a qualidade nutricional dos alimentos ofertados. Apresenta também boas experiências de implementação, estaduais e municipais, no Brasil e no mundo, bem como ações e notificações judiciais que já foram feitas pela exigibilidade deste direito.

Traz, ainda, orientações específicas para gestores, titulares de direito, e membros dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE) e Segurança Alimentar e Nutricional e Educação, com questões importantes de serem observadas no monitoramento da Alimentação Escolar em tempos de pandemia. Esperamos que seja uma boa contribuição para que os alimentos cheguem aos escolares, e também para a ação e pressão coletiva em lugares aonde há imobilidade por parte do poder público.

Acesse: Guia Covid-19 – Alimentação Escolar

Fonte: Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional

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O novo coronavírus pode ser transmitido por alimentos?

A Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos, quando avaliou o risco em outras epidemias da mesma família de vírus, não encontrou nenhum indício.

Uma dúvida recorrente é se o novo coronavírus pode ser transmitido por meio dos alimentos. A resposta é: não há nenhuma evidência a esse respeito. A Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos (European Food Safety Authority – EFSA), quando avaliou esse risco em outras epidemias causadas por vírus da mesma família, concluiu que não houve transmissão por alimentos.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos da mesma família. Assim sendo, ele precisa de um hospedeiro – animal ou humano – para se multiplicar. Além disso, esse grupo de vírus é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para cozimento dos alimentos (em torno de 70ºC).
A dinâmica dessa pandemia mostra que a transmissão tem ocorrido de pessoa a pessoa, pelo contato próximo com um indivíduo infectado ou por contágio indireto, ou seja, por meio de superfícies e objetos contaminados, principalmente pela tosse e espirro de pessoas infectadas.
O fato é que o vírus pode persistir por poucas horas ou vários dias, a depender da superfície, da temperatura e da umidade do ambiente, mas é eliminado pela higienização ou desinfecção. Assim sendo, uma das estratégias mais importantes para evitar a exposição é redobrar os cuidados com a higiene. Os cuidados básicos na manipulação de alimentos previnem, aliás, uma série de outras doenças.

Princípios básicos de higiene

Nos serviços de alimentação e nos ambientes domésticos, é importante observar os seguintes princípios básicos de higiene:

1- Quem prepara os alimentos deve lavar as mãos com frequência e, principalmente, depois de:

  • Tossir, espirrar, coçar ou assoar o nariz.
  • Coçar os olhos ou tocar na boca.
  • Preparar alimentos crus, como carne, vegetais e frutas.
  • Manusear celular, dinheiro, lixo, chaves, maçanetas, entre outros objetos.
  • Ir ao sanitário.
  • Retornar dos intervalos.

2- Ao lavar as mãos, use bastante água corrente e sabão líquido ou outro produto destinado ao mesmo fim (leia as informações na embalagem). Não se esqueça de esfregar bem todas as áreas das mãos, incluindo as pontas e as regiões entre os dedos, além dos punhos. Conheça as orientações para correta higienização das mãos.

3- Mantenha as unhas curtas, sem esmaltes, e não use adornos que possam acumular sujeiras e microrganismos, como anéis, aliança e relógio.

4- Não converse, espirre, tussa, cante ou assovie em cima dos alimentos, superfícies ou utensílios. A recomendação vale para o momento do preparo e na hora de servir.

5- As superfícies e utensílios que entram em contato com os alimentos devem estar limpos. Use saneantes, ou seja, produtos de limpeza devidamente regularizados na Anvisa e que sejam indicados para a respectiva finalidade. Para isso, confira as informações na embalagem do produto.

6- Dê mais atenção à higienização das superfícies ou utensílios após a manipulação de carnes cruas ou vegetais não lavados. Esses alimentos são reconhecidos como fonte de contaminação de doenças transmitidas por alimentos (DTAs).

7- Quando uma pessoa com doença infecciosa for manipular um alimento, é preciso avaliar se há risco de o agente da doença ser transmitido. Nos serviços de alimentação, a doença deve ser relatada ao supervisor, que dará as orientações sobre como proceder.

8- Cozinhe bem os alimentos, uma vez que muitos dos agentes transmissores da doença são sensíveis ao calor. No caso de alimentos que são habitualmente consumidos crus, deve-se ter atenção redobrada com a procedência e a higiene.

9- Não use e não compre produtos com embalagens amassadas, estufadas, enferrujadas, trincadas, com furos ou vazamentos, rasgadas, abertas ou com outro tipo de defeito. Limpe bem as embalagens antes de abri-las.

Fique ligado

Serviços de alimentação: os cuidados aprovados estão contidos nas regras aprovadas pela Vigilância Sanitária, inclusive na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 216/2004, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Confira também a Biblioteca de Alimentos da Anvisa.

Para outras informações sobre cuidados de higiene no preparo de alimentos e sobre as Boas Práticas nos Serviços de Alimentação, consulte a Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

Obs.: A Anvisa disponibiliza um curso on-line e gratuito a respeito das boas práticas para manipuladores de alimentos. Acesse.

Fonte: Anvisa

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Estudo avalia impactos do novo coronavírus na agricultura familiar

Um estudo desenvolvido com a colaboração da UFRGS investiga a influência do novo coronavírus na logística alimentar de algumas regiões do Rio Grande do Sul. A ideia principal é checar como está o sistema agroalimentar local em meio aos impactos da pandemia de Covid-19 — ou seja, como está o acesso da população aos alimentos com as limitações do comércio. Em meio a esse contexto, organizações internacionais já alertaram sobre o possível agravamento da fome e a dificuldade de escoar a produção.

A pesquisa é coordenada por Potira Preiss, integrante do Grupo de Estudos em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural da UFRGS (Gepad) e pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Pós-Graduação e Desenvolvimento Regional da Universidade de Santa Cruz do Sul (PPGDR/Unisc). O estudo está em fase de coleta de dados e ocorre principalmente nos canais de comercialização curta, em que o agricultor é o próprio comerciante ou há poucos intermediários até a venda ao consumidor — como feiras,  sistemas de consumo cooperativo e sistemas de entrega domiciliar (como e-commerce ou lojas especializadas).

O objetivo é investigar os impactos da pandemia no funcionamento de cada canal, para que se entenda como a Covid-19 provoca a necessidade de mudanças na comercialização dos produtos. De acordo com a coordenadora do estudo, essas alterações têm influência na renda dos trabalhadores rurais e, consequentemente, no acesso da população aos alimentos. Além disso, segundo ela, a pesquisa possibilita que se identifique em quais locais já há registro de agricultores infectados com o novo coronavírus e que organizações estão auxiliando os produtores a se adaptar a esse novo contexto.

As informações são obtidas por meio de entrevistas com os responsáveis pelos canais (gestores de feiras, administradores, presidentes de cooperativas, coordenadores de grupos de consumo, etc) via telefone ou WhatsApp. O grupo de pesquisa também disponibilizou um formulário virtual na plataforma Google Forms para coletar mais dados.

Potira relata que o estudo começou de forma despretensiosa. No início de abril, quando finalizava seu pós-doutorado na Unisc, a pesquisadora buscava dados mais claros sobre as alterações que a pandemia provoca na agricultura familiar. A ideia era coletar essas informações em Porto Alegre e Santa Cruz do Sul, cidades onde atua. No entanto, professores com quem ela trabalha em outros projetos decidiram participar da investigação: “O professor Gustavo Pinto, da Universidade Federal de Santa Maria, resolveu também recolher dados em Santa Maria e região, e a professora Cidonea Deponti começou a coletar informações em Montenegro e Vale do Caí; então a pesquisa foi se expandindo. Isso nos permite um alcance maior para dar conta das diferentes cidades do estado” . Os resultados que o estudo procura gerar despertaram também o interesse e a colaboração de organizações que têm atuado nas questões alimentares durante a pandemia, como o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do RS (Consea-RS), o Comitê Gaúcho de Emergência no Combate à Fome, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater RS) e a Rede CSA Brasil.

Percepções iniciais

Apesar de a pesquisa ter apenas um mês, Potira nota algumas recorrências nas informações levantadas. A maioria das feiras permanece funcionando, com medidas de segurança e diminuição de movimento – o que reduz também a renda dos agricultores. Por outro lado, os estabelecimentos que fazem entrega domiciliar ou em pontos de retirada, como os coletivos de consumo organizado, têm tido uma demanda muito maior.

Em outros casos, feiras são suspensas, seja por causa do fechamento dos locais onde aconteciam (universidades, escolas, shoppings) ou em função de decretos municipais que proibiram a realização desse tipo de comércio. A pesquisadora destaca que esse fato gera um impacto grave na renda dos agricultores e uma maior dificuldade para escoar sua produção – o que pode levar a desperdício de alimentos. O estudo não identificou, até o momento, nenhum agricultor infectado pelo novo coronavírus. Além disso, quanto a esclarecimentos sobre a prevenção à Covid-19 e a adaptação à atual situação, a Emater é a instituição mais citada pelos agricultores como fonte de orientações.

Contexto brasileiro e mundial

A coordenadora da pesquisa esclarece que organizações internacionais – como o Painel de Alto Nível de Especialistas em Segurança Alimentar e Nutricional do Comitê de Segurança Alimentar das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU – emitiram uma série de avisos quanto a medidas que devem ser tomadas para que se tenha segurança alimentar em meio à pandemia. “O grande alerta é de que esta não é ‘apenas’ uma crise de saúde; as medidas de contenção necessárias têm levado também a uma crise econômica e a problemas de segurança alimentar”, explica. A FAO tem chamado a atenção sobre o fato de a crise da Covid-19 estar criando instabilidade no abastecimento de alimentos em níveis locais e globais. Em entrevista recente ao jornal inglês The Guardian, o diretor-executivo do PMA, David Beasley, classificou a situação como uma “catástrofe humanitária e alimentar”.

A partir desses alertas, a pesquisadora acredita que é preciso impedir a propagação da doença no meio agroalimentar, de modo que as populações vulneráveis continuem tendo acesso aos alimentos, enquanto os produtores estejam protegidos para disponibilizar tal alcance. Para auxiliar nessas orientações, a FAO publicou uma cartilha voltada aos agricultores, na qual instrui sobre o transporte dos produtos e sobre a maneira como a operação e a higienização dos canais de comércio devem acontecer.

Potira explica que predomina no Brasil um perfil de agricultura familiar envelhecida, os agricultores vivem em áreas bastante remotas, em situação de precariedade e pobreza e têm baixa escolaridade. Ela também afirma que, embora os agricultores familiares sejam os responsáveis por mais de 70% do alimento que chega à mesa da população, eles recebem pouca atenção das políticas públicas, que, cada vez mais, priorizam a produção de commodities para a exportação — e a Covid-19 agrava toda essa situação. “Apesar da relevância e da dependência da sociedade dos alimentos produzidos pela agricultura familiar, ela tem sido negligenciada”, destaca.

O grupo de pesquisa Gepad-UFRGS

Os próximos passos do estudo são a análise de dados e a divulgação dos resultados e devem ocorrer até o início de junho, no site do Observatório do Desenvolvimento Regional (ObservaDR) da Unisc. Apesar da pesquisa partir do PPGDR e do ObservaDR da Unisc, dos oito pesquisadores diretamente envolvidos, cinco são vinculados ao Gepad da UFRGS: Potira Preiss, Cidonea Deponti, Gustavo Pinto, Sérgio Schneider e Nayla Almeida. O grupo atua desde 2005 tendo a agricultura familiar como tema central e tem disponibilizado uma série de reflexões e artigos sobre a Covid-19.

Além disso, o Gepad elaborou uma carta destacando a necessidade de ações e políticas públicas voltadas para a produção e distribuição de alimentos, a fim de garantir a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros. Os pesquisadores ressaltam que é preciso assegurar mínimas condições de acesso físico e financeiro a alimentos de qualidade – e que, para isso, medidas que barrem a propagação do novo coronavírus no sistema agroalimentar são indispensáveis, de modo que a crise de saúde não se torne também alimentar.

Fonte: Asbran

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CRN-1 lança o projeto “Orientando o exercício profissional em tempos de pandemia”.

No dia 18 de maio de 2020, o Setor de Fiscalização do CRN-1 iniciou o Projeto “Orientando o exercício profissional em tempos de pandemia”.
A proposta é fazer contato com profissionais, por videoconferência, para esclarecimentos de dúvidas e aplicação de questionários sobre o trabalho desenvolvido por Nutricionistas e Técnicos em Nutrição e Dietética atuantes em Alimentação Escolar (Pública e Privada), Hospitais, UAN, Consultórios e Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19), além de orientar sobre as ações e documentos de apoio do Sistema CFN/CRN e demais órgãos competentes.

Sua colaboração, Nutricionista e Técnico em Nutrição e Dietética, é muito importante para que possamos obter um diagnóstico situacional da atuação do profissional neste período de pandemia. A equipe de fiscais estará entrando em contato com os profissionais, mas caso deseje agendar um horário para receber orientações envie e-mail para fiscalizacao@crn1.org.br.

Contamos com a participação de vocês!

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Material de Apoio sobre Alimentação e Nutrição Para Profissionais de Saúde – Nutritotal PRO

O Ministério da Saúde dispõe de material de apoio para profissionais da área da saúde sobre alimentação e nutrição. O intuito deste é fortalecer escolhas mais saudáveis e contribuir na elaboração de instrumentos e estratégias de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), orientando e subsidiando a prática do profissional.

Sabe-se que a cada dia são divulgadas mais informações sobre alimentação e nutrição através das mídias sociais, sendo essas baseadas no senso comum e possuindo baixo nível de evidência, podendo gerar prejuízos a saúde e cultura alimentar. Tendo em vista esse fato, o guia reúne os principais temas abordados pela mídia, esclarecendo dúvidas e sugerindo leituras adicionais, considerando a literatura científica e a legislação mais atual.

Alguns dos temas abordados no material são as dietas da moda disseminadas pelas mídias: dieta alcalina, dieta sem glúten e lactose, dieta com suco detox, dieta dukan e dieta vegetariana. Essas fomentam promoção de efeitos milagrosos em curto período de tempo e o presente guia aborda cada uma, desmistificando-as e explicando seus verdadeiros efeitos, tendo como base estudos científicos.

O material discorre também sobre outros tópicos como: composição dos alimentos e modo de preparo, tipos de óleos vegetais, adoçantes, temas relacionados a redução de peso, entre outros. É ressaltado que uma alimentação adequada e saudável é aquela culturalmente adequada à realidade do indivíduo, rica em alimentos in natura e minimamente processados, com reduzidas quantidades de óleo, sal e açúcar.

Faça o download do PDF  aqui e saiba mais.

Fonte: Nutritotal PRO

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INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS – ILPIs

DISTRITO FEDERAL

ESPAÇO CONVIVÊNCIA DE IDOSOS
Endereço: SHCRS 503, Bloco A, Loja 36, Asa Sul, Brasília-DF
Telefones: 3323-8707 | 3322-0211
E-mail: secretarias.espacoconvivencia@hotmail.com

CASA DO CEARÁ EM BRASÍLIA
Endereço: SGAN 910, Conjunto F, Asa Norte, Brasília-DF
Telefones: 3533-3800 | 3533-3819
E-mail: casadoceara@casadoceara.org.br

LAR CECÍLIA FERRAZ DE ANDRADE (CASA DO VOVÔ I)
Endereço: SGAN 603, Conjunto A, Asa Norte, Brasília-DF
Telefones: 3226-2002 | 3223-6610
E-mail: casadovovobsb@gmail.com

LAR JORGE CAUHY JUNIOR
Endereço: Trecho 3, Área Especial 2, Núcleo Bandeirante-DF
Telefone: 3552-0504
E-mail: lvmm.coord3@gmail.com

LAR DOS VELHINHOS MARIA DE MADALENA
Endereço: Trecho 3, Área Especial 1/2, Núcleo Bandeirante-DF
Telefone: 3552-0504
E-mail: lvmm.coord1@gmail.com

ESPAÇO CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS ANCHIETA
Endereço: SMLN MI 3, conjunto 4, Casa 29, Lago Norte-DF
Telefone: 3203-7699
E-mail: anchietaespacoconvivencia@gmail.com

LAR FRANCISCO DE ASSIS
Endereço: SMPW Quadra 1, conjunto 4, Casa 5, Park Way-DF
Telefones: 3386-2590 | 3552-0056
E-mail: larfranciscodeassis.lfa@gmail.com

COMUNIDADE DE RENOVAÇÃO ESPERANÇA E VIDA NOVA – CREVIN
Endereço: Av. Floriano Peixoto, Q. 63, Lote12, Setor Tradicional, Planaltina-DF
Telefones: 3389-9448 | 3348-7767
E-mail: crevinlardoidoso@bol.com.br

CASA DO CANDANGO (LAR SÃO JOSÉ)
Endereço: Q. 14, Área Especial 17/18, Sobradinho-DF
Telefones: 3591-1051 | 3487-6094
E-mails: larsaojose@gmail.com | casadocandango@gmail.com

ASSOCIAÇÃO SÃO VICENTE DE PAULO DE BELO HORIZONTE
Endereço: QSD Área Especial 10, Setor D, Taguatinga Sul
Telefones: 3561-4672 | 3352-6202
E-mail: asvpbh@gmail.com

LAR BATISTA CANAÃ
Endereço: Núcleo Rural Lago Oeste, Rua 00, Travessa 5, Chácara 6, Sobradinho-DF
Telefones: 3327-7181 | 98210-0001 (WhatsApp)
E-mails: larcanaadf.@gmail.com | contato@larcanaa.org.br

INSTITUTO DE CUIDADOS PARA IDOSOS – IDMAN
Endereço: Condomínio Mansões Entre Lagos, Etapa 3, Conjunto L, Casa 18, Sobradinho-DF
Telefone: 3408-6281
E-mail: casa.idman@yahoo.com.br

LAR DOS VELHINHOS BEZERRA DE MENEZES
Endereço: Quadra 14, Área Especial, Módulo I, Sobradinho-DF
Telefones: 3387-4027 | 3487-6418 | 3591-3039
E-mail: contato@lardosvelhinhos.org.br

LONGEVITÁ CENTRO GERIÁTRICO
Endereço: EQRSW 5/6, Lote 1, Sudoeste, Brasília-DF
Telefones: 2099-6662 | 2099-6664
E-mail: gerencia@espacolongevita.com.br

LAR DUARTE FERREIRA CASA VOVÔ II
Endereço: Colônia Agrícola, Rua 10B, Chácara 135/1, Vicente Pires-DF
Telefones: 3597-1698 | 3226-2002
E-mail: casadovovo2@gmail.com

ESPAÇO SÊNIOR AMIGOS DO TEMPO
Endereço: SHVP Rua 6, Chácara 277, Casa 27, Vicente Pires-DF
Telefone: 3575-0005
E-mail: contato@espacoseniordf.com.br

GOIÁS

SOLAR COLOMBINO AUGUSTO DE BASTOS
Endereço: Av. Antônio Fidélis, 800 – Parque Amazônia, Goiânia –  GO .
Telefone: (62) 3280-1031

ABRIGO DE IDOSOS SÃO VICENTE DE PAULO
Endereço: Rua B-6, 72 – Vila Americano do Brasil, Goiânia – GO.
Telefone: (62) 3253-1199

SOLAR APÓSTOLO TOMÉ
Rua VF 100, qd. 76, lt. 3-8, Vila Finsocial, Goiânia-GO
Telefone: 3292-5255

CASA DO IDOSO DA VILA MUTIRÃO
Endereço: Av. do Povo, 919-967 – Vila Mutirão I, Goiânia – GO.
Telefone: (62) 3241-7453

VILA BEM VIVER CASA DE REPOUSO
Endereço: Alameda Pampulha, 803 – St. Jaó, Goiânia – GO
Telefone: (62) 3996-5006

CASA DO ALGODÃO
Endereço:   R. da Pátria, 230 – Santa Genoveva, Goiânia – GO.
Telefone (62)3241-9404

SOSSEGO RESIDENCIAL PARA IDOSOS
Endereço: Rua C-158, Quadra 395, R. L-10, 1501 – Jardim America, Goiânia – GO.
Telefone: (62) 3922-2304

RESIDENCIAL CANAÃ LAR PARA IDOSOS
Endereço: Rua T-27, n. 1753, Qd. 86, Lt.07, Setor Bueno, Goiânia-GO.
Telefone: 3218-2441

COVIVER RESIDENCIAL SENIOR
Endereço: Rua C-165 QD 587 LT 14 Setor Nova Suíça, Goiânia-GO .
Telefone: (62) 3434-8849
E-mail: mbassofilho@gmail.com

LAR DOCE LAR
Endereço: Rua J-36, Quadra 55, Lote 15, S/n – St. Jao, Goiânia – GO.
Telefone: (62) 3924-6838

SOLAR QUATRO ESTAÇÕES
Endereço: Rua 88, 602, Setor Sul, Goiânia-GO.
Telefone:  3639-5169

INSTITUTO VIVA BEM
Endereço: Rua 132, 159, St. Sul, Goiânia-GO.
Telefone: (62) 3218-5034
E-mail: contato@institutovivabem.com.br

CASA MARGARIDA
Endereço: Av. Cristo Rei, esq. c rua L20, St. Jaó. Goiânia-GO. –
Telefone: (62) 3636-9488
E-mail: casamargarida.go@gmail.com

ESPAÇO VIDA LAR PARA IDOSOS
Endereço: Rua 1138 Nª 315 QD 246 LT 26 Setor Marista.
Telefone:  3902 0065

CLÍNICA RECANTO IDEAL
Endereço:   Avenida T-3 com a T-6 nº 355 Setor Bueno.
Telefone:   3251-2407

MATO GROSSO

RESIDENCIAL CASANNOVA
Endereço: R. Cinco, 150 – Quadra 12 – Boa Esperança, Cuiabá – MT, 78068-390
Telefone: (65) 3054-4445/(65) 9 9947-6305

CASA DE REPOUSO SHALOM
Endereço: R. Riverside, 244 – Jardim California, Cuiabá – MT, 78070-325
Telefone: (65) 3623-4312
E-mail: jusamaral@hotmail.com (Andréia)

ABRIGO BOM JESUS
Endereço: 362, Ac. Ao Inpe, 178 – Centro Político Administrativo, Cuiabá – MT
Telefone: (65) 3644-1706
E-mail: fabomjesus@gmail.com (Carolina)

HOME SENIOR
Endereço: R. H, 159 – Qd. 18 – Baú, Cuiabá – MT, 78008-195
Telefone: (65) 3624-2736
E-mail: homesenior@hotmail.com (Yasmin)

RECANTO FELIZ
Endereço: Rua Osvaldo da Silva, Corrêa1606 – Despraiado, Cuiabá – MT, 78048-005
Telefone: (65) 3637-8044
E-mail: recanfeliz@gmail.com (Ana Paula)

ABRIGO DOS IDOSOS SÃO VICENTE DE PAULO
Endereço: R. Aquilino Roberto – Jardim Paula I, Várzea Grande – MT, 78138-330
Telefone: (65) 3682-0446/
E-mail: laridososvpvg@gmail.com (Renata)

TOCANTINS

Conferência de São Vicente de Paula
Endereço: Rua Francelino Gomes, 17 Bairro Centro,  Arraias – TO
Telefone: (63)3653-1368|
E-mail: CONTAB_OLIVEIRA@HOTMAIL.COM

Casa de Apoio São Vicente de Paula/CASA DE APOIO AOS IDOSOS
Endereço: Rua Coronel Camilo Godinho, 26 Bairro Centro, Taguatinga – TO
Telefone: (63)3654-2271

Lar dos Velhinhos e Desamparados de Araguaçú (abrigo são tiago)
Endereço: Av. Araguaia Quadra 23 lote 10 Bairro Setor Vale do Araguaína, Araguaçú – TO Telefone: (63)3384-1592

Casa do Idoso
Endereço: Rua S 10, entre S5 e S3 – Parque Sol Nascente, Gurupi – TO
Telefone: (63) 3312-4165| (63)3313-1580
E-mail: casadoidosogurupi@hotmail.com

Casa do Idoso Tia Angelina
Endereço: Av. Tocantins, s/n Bairro Setor Vila Nova, Porto Nacional – TO
Telefone: (63) 3363-2065  

Conferência de São Vicente de Paula- Abrigo João XXIII
Endereço: Rua Coronel Josué, 1.930 Bairro Central, Porto Nacional – TO
Telefone: (63)3363-7089

Abrigo dos Idosos asilar santo afonso
Endereço: Rua José Araújo, s/n Bairro Central, Pedro Afonso – TO
Telefone: (63)3466-1775|

Abrigo dos Velhos – Cantinho do Vovô – Colméia Amizade Araguaína
Endereço: Rua Cantinho Vovô, 326 – Q. Área – Bairro Brasil, Araguaína – TO
Telefone: (63)3421-1764

Casa do Idoso – Sagrado Coração de Jesus
Endereço: Rua Humberto de Campos, 481 – Quadra 12 Lote 63 – Bairro São João, Araguaína – TO
Telefone: (63)3412-1045 |
E-mail: casadoidoso_scj@hotmail.com

Abrigo – Pe. Egídio Adobatti
Endereço: Rua Nova, 15 – Bairro Centro, Tocantinópolis – TO
Telefone: (63)3471-1039|

Casa do Idoso/ ABRIGO DOS IDOSOS
Endereço: Rua Getúlio Vargas, s/n Bairro Centro, Alvorada – TO
Telefone: (63)3353-2482

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FBSSAN lança o Guia para Alimentação Escolar em tempos de Covid-19

Material reúne informações, links, legislação e orientações

 

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em parceria com o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acabam de lançar o “Guia para Alimentação Escolar em tempos de Covid-19 – Informe-se e saiba como agir, cobrar, e trabalhar pela proteção de todos de maneira colaborativa”.

A publicação é voltada para a comunidade escolar, famílias e tomadores de decisão do poder público. Reúne uma série de informações, links, legislação e orientações do Fundo Nacional de Desenvolvimento Escolar (FNDE). O guia apresenta aspectos que devem ser observados para garantir o Direito Humano à Alimentação e Nutrição Adequada (DHANA) e exemplos de boas práticas no Brasil e no mundo.

O material também traz orientações para gestores e membros dos conselhos de Alimentação Escolar, Segurança Alimentar e Nutricional e Educação, com perspectivas para o monitoramento da alimentação escolar durante a pandemia do novo coronavírus.

Clique aqui e acesse o Guia para Alimentação Escolar em tempos de Covid-19.

OUTROS VOLUMES

O Guia para Alimentação Escolar em tempos de Covid-19 é o quinto volume de uma série de guias publicados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em parceria com outras entidades da sociedade civil. Confira a seguir, os temas abordados nos outros volumes.

Guia 1 – Educação e Proteção de crianças e adolescentes – Comunidade escolar, família e profissionais da educação e proteção da criança e do adolescente.

Guia 2 – Educação e Proteção de crianças e adolescentes – Tomadores de decisão do poder público em todas as esferas federativas.

Guia 3 – Educação a Distância: Informe-se e saiba como agir, cobrar e trabalhar pela educação de todos de maneira colaborativa.

Guia 4 – COVID-19: Boas Práticas em Proteção

 

Fonte: CFN

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Nota Técnica sobre os Cuidados Nutricionais em Oncologia frente à Pandemia de Covid-19 – SBNO

A Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica publicou uma Nota Técnica sobre os Cuidados Nutricionais em Oncologia frente à Pandemia de Covid-19, com objetivo de garantir as melhores condições de saúde dos pacientes e minimizar os riscos de infecção dos profissionais, pacientes e familiares.
Na nota, a SBNO orienta os profissionais da área na busca por um atendimento, tanto ambulatorial quanto hospitalar, assim como na pesquisa clínica, que leve em consideração as particularidades do paciente oncológico no contexto da Covid-19, os aspectos clínicos do paciente e também as formas de execução das funções do profissional nutricionista nesse contexto. A nota traz que segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), pessoas com câncer em tratamentos em quimioterapia, radioterapia, que tenham feito cirurgia há menos de um mês ou que façam uso de medicamentos imunossupressores, são considerados grupo de risco.

Ainda ressalta, que o nutricionista deve analisar a necessidade de manutenção dos atendimentos presenciais, ambulatoriais, consultório ou em domicílio, destacando quais ações deve-se considerar nos atendimentos nutricionais. Também ratifica não haver evidências científicas que suportem alimentos e ou fórmulas com ação protetora contra o Covid-19, mas que uma alimentação saudável e equilibrada pode contribuir para um sistema imunológico mais eficiente.

Recomendações como: manter a triagem nutricional conforme o protocolo da unidade sempre que possível; dar preferência as ferramentas que podem ser preenchidas pelo próprio paciente ou na forma de entrevistas realizadas por telefone; caso não se possa realizar a triagem nutricional, considerar todos os pacientes oncológicos com Covid-19 confirmados como em risco nutricional, entre outras, fazem parte dessa nota.

Diversas recomendações adicionais são feitas também para ambulatórios e pesquisa clínica.

Para acessar a nota na íntegra acesse aqui

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Posicionamento da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) a respeito de micronutrientes e probióticos na infecção por COVID-19

Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) lançou um documento fundamentado na literatura vigente em relação não somente ao COVID-19, mas também a outros vírus, que descreve os efeitos benéficos dos tratamentos das deficiências específicas referentes às vitaminas A, D, C, zinco e selênio e dos possíveis efeitos dos probióticos.
O posicionamento mostra o papel vitaminas e minerais com atuação de maior relevância no cenário da síndrome respiratória aguda grave causada pelo COVID-19 (SARS-CoV-2) e
ressalta a importância de lembrar que nenhum desses nutrientes trata diretamente a infecção pelo COVID-19, mas tem papel importante na promoção de saúde imunológica, ajudando na prevenção e o combate ao vírus.

Para ler o documento na íntegra, acesse o link aqui 

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Decreto GDF nº 40.642/20 e suas implicações

O Decreto nº 40.642/2020, publicado em 22/04/2020 alterou o Decreto nº 40.583/2020 de 01/04/202, incluindo no rol de exceções às atividades suspensas as atividades comerciais de escritórios e profissionais autônomos, o que inclui os nutricionistas que exercem atividades de atendimento em consultório de nutrição e dietética de forma autônoma, nas atividades permitidas atualmente. Por outro lado, foi mantido o inciso I do artigo 4º, do Decreto nº 40.583/2020, que no texto original autorizava somente o funcionamento de clinicas médicas e odontológicas. Desta forma, o texto gerou dúvida em vários profissionais quanto à possibilidade de retorno ao funcionamento dos consultórios de nutrição.
Temos analisado a questão, e estávamos aguardamos que o Governo do Distrito Federal-GDF publicasse maiores esclarecimentos , após ser inclusive questionado pelo Ministério Público a respeito das alterações das restrições publicadas nos últimos Decretos suas justificativas.
No entanto como ainda não houve alterações e manifestações das autoridades neste sentido orientamos, conforme análise da assessoria jurídica deste CRN1, que nosso entendimento é de que os nutricionistas autônomos, assim entendidos aqueles que exercem suas atividades de forma liberal, ou seja, que trabalham por conta própria, em consultório próprio ou em domicílio, ou ainda em parceria com outros profissionais, sem a existência de vínculo empregatício ou de subordinação, estão excetuados da suspensão prevista no Decreto 40.583/2020, conforme artigo 4º, inciso XXI.
Ressalvamos a necessidade de adoção dos protocolos específicos de segurança previstos no artigo 6º do mesmo Decreto, entre os quais a orientação de distanciamento em salas de espera e recepções, utilização de máscaras de proteção facial, disponibilização de preparações alcoólicas a 70% (setenta por cento) para higienização das mãos, intensificação da limpeza e desinfecção das superfícies dos ambientes várias vezes ao dia, disponibilização de locais para a lavagem adequada das mãos (pia, água, sabão líquido, papel toalha no devido suporte e lixeiras com tampa e acionamento de pedal), manutenção dos ambientes arejados prioritariamente por ventilação natural (portas e janelas abertas).
Além disso, é fundamental que o profissional que opte pelo atendimento presencial esteja atento às recomendações do Conselho Federal de Nutricionistas, disponíveis aqui , entre as quais destaca-se:

1) O CFN recomenda que os Nutricionistas ANALISEM CAUTELOSAMENTE o cenário e a necessidade de realizar atendimentos presenciais em consultório;

2) Sempre que não houver prejuízo ao cliente /paciente/usuário os profissionais devem optar por realizar atendimento não presencial;

3) Deve ser rigorosamente observado e avaliado RISCO/BENEFICIO de se realizar atendimentos presenciais em indivíduos do grupo de risco (pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos – HIV+, transplantados, pacientes com doenças crônicas, gestantes e puérpera etc).

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