Nova Lei de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Vegetal, Animal e Microorganismos no DF.

No último dia 10 de janeiro foi sancionado pelo governador Rodrigo Rollemberg uma nova lei que dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal, vegetal e de microrganismos processados no Distrito Federal, e dentre outras medidas, estabelece a competência de fiscal agropecuário de inspeção para Nutricionista da carreira de Desenvolvimento e Fiscalização Agropecuária.
Conforme salientou a nutricionista Adriana Del Fiaco, da Secretaria de Estado da Agricultura do Distrito Federal, tal lei é “um grande avanço para nossa categoria profissional, por assegurar a previsão legal do nutricionista na equipe multiprofissional de fiscais agropecuários, dentro de suas atribuições profissionais legais, na garantia da segurança dos alimentos produzidos no Distrito Federal. Um importante ganho para a saúde pública do DF”.

Para saber mais sobre a Lei 5.800 acesse https://goo.gl/BAbgx3

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Convocação CRN Jovem – Mato Grosso

O Conselho Regional de Nutricionistas – 1ª Região, com objetivo de aproximar o futuro
Nutricionista do Sistema CFN/CRN, buscando orientar e atender expectativas inerentes a
exercício profissional e em cumprimento à Portaria CRN-1 nº 11/2017, convoca a participar da cerimônia de Posse dos membros do CRN1 Jovem – MT, biênio 2018-2019  as Instituições de Ensino Superior em Nutrição do Estado do Mato Grosso e  representantes acadêmicos abaixo listados;

UFMT
Coord. Dra. Aída Couto Dinucci Bezerra
Acadêmicos representantes:
Erica Tanise Alves Dos Santos
Andressa Pereira Leite Dos Reis
Anália Thais Soares Morais

UNIC
Coord. Dra. Melissa Schirmer
Acadêmicos representantes:
Danielly Sousa da Silva
Lourival Candido Santana
Lurianne Zanghelini De Liz

UNIVAG
Coord. Eliana Santini
Acadêmicos representantes:
Letícia Portela Bruno da Silva
Lucas de Oliveira Carneiro Costa
Tainás Freitas Silva

UNIVAR
Coord. Dra. Vanessa Dias da Silva
Acadêmicos representantes:
Marina de Cesário Schwantes
Vanessa Figueiredo Mendes
Scarlat Silva Souza

12 de Dezembro, às 15h
Delegacia CRN-1
Av. Rubens de Mendonça n° 990 – Ed. Empire Center, sala 502.

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39 ENTIDADES ASSINAM NOTA CONTRA ENSINO A DISTÂNCIA NA GRADUAÇÃO EM SAÚDE

Nos dias 20, 21 e 22 de novembro, a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relação de Trabalho do Conselho Nacional de Saúde (Cirhrt/CNS) realizou uma Reunião Ampliada com a pauta da Educação a Distância (EaD) nos cursos de graduação na área da saúde. Em nota, o CNS e as entidades representadas defenderam que, para cuidar de pessoas, é necessário contato presencial na formação. A reunião ocorreu em Brasília.

A reunião contou com representantes das associações de ensino, conselhos e federações das 15 categorias profissionais da área da saúde, bem como de gestores da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS).

“A EaD é um lucrativo mercado onde a informação predomina sobre a formação, é urgente o nosso debate sobre o papel da mercantilização da educação na área da saúde. O Conselho Federal de Medicina é veementemente contrário à EaD nos cursos da saúde”, disse Lucio Flavio Silva, Coordenador de Ensino Médico do CFM. Segundo ele, essas profissões precisam de treinamento prático e vivencial entre profissionais e pacientes.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA

“Já temos problemas com a qualidade no ensino presencial, imagina como será com o ensino distância”, declarou Solange Caetano, representante da Federação Nacional dos Enfermeiros. “Somos extremamente contra essa modalidade na nossa profissão por entender que ela não qualifica a formação, diminui a qualidade do profissional e diminui a qualidade da assistência”.

Para Maria Luiza Jaeger, representante da Associação Brasileira Rede Unida, a formação tem que se dar nas vivências práticas. “Quando falamos de saúde, é preciso lembrar que estamos falando de vida das pessoas. As diretrizes curriculares têm que passar pelo CNS, porque é papel constitucional do Conselho ordenar essa formação dentro das necessidades do Sistema Único de Saúde”, declarou.

Veja quais entidades já assinaram

  1. Associação Brasileira da Ensino em Fisioterapia (ABENFISIO)
  2. Associação Brasileira de Educação em Nutrição (ABENUT)
  3. Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (ABEF)
  4. Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM)
  5. Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn)
  6. Associação Brasileira de Ensino da Educação Física para a Saúde (ABENEFS)
  7. Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP)
  8. Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS)
  9. Associação Brasileira de Ensino Odontológico (ABENO)
  10. Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN)
  11. Associação Brasileira dos Terapeutas Ocupacionais (ABRATO)
  12. Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
  13. Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS)
  14. Conselho Federal de Biologia (CFBio)
  15. Conselho Federal de Educação Física (CONFEF)
  16. Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)
  17. Conselho Federal de Farmácia (CFF)
  18. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO)
  19. Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa)
  20. Conselho Federal de Medicina (CFM)
  21. Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)
  22. Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)
  23. Conselho Federal de Odontologia (CFO)
  24. Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
  25. Conselho Federald de Psicologia (CFP)
  26. Conselho Regional de Odontologia de são Paulo (CRO-SP)
  27. Cuidar é Lutar – Coletivo Independente de Enfermagem
  28. Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM)
  29. Diretoria Executiva Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia (DENEFONO)
  30. Escola Nacional dos Farmacêuticos
  31. Executiva Nacional de Estudantes de Nutrição (ENEN)
  32. Executiva Nacional dos Estudantes de Enfermagem (ENEEnf)
  33. Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP
  34. Federação Nacional dos Farmacêuticos (FENAFAR)
  35. Federação Nacional dos Nutricionistas (FNN)
  36. Rede Nacional de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional (RENETO)
  37. Rede Unida
  38. Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP)
  39. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa)

Para assinar a nota representando a sua entidade, basta entrar em contato pelo telefone (61) 33152880 e pelo e-mail cirhrt.cns@saude.gov.br 

Fonte: Ascom CNS

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Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia


Aconteceu no último dia 28 o lançamento do estudo “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia, de autoria da pesquisadora Larissa Mies Bombardi, do Laboratório de Geografia Agrária da USP. O estudo, inédito, traça um paralelo entre a legislação e o consumo de agrotóxicos no Brasil e na EU e aponta alguns dados alarmantes a respeito do uso de agrotóxicos aqui.
Segundo o estudo de Larissa, existem 504 agrotóxicos de uso permitido no Brasil, sendo que 30% desses são proibidos na União Europeia – alguns há mais de uma década. E estes mesmos itens vetados estão no ranking dos mais vendidos.
Além disso, mesmo entre os produtos de uso liberado pela União Europeia, a lei brasileira permite limites muito superiores aos europeus, chegando até 5 mil vezes maior no caso da água potável.

Desde 2008 o Brasil é o país campeão mundial em uso de agrotóxicos, totalizando 20% do que é comercializado mundialmente. Não bastasse, o manuseio não parou de crescer. Entre 2000 e 2014, mostrou o estudo, o Brasil saltou de cerca de 170 mil toneladas para 500 mil, aumento de 194% em quinze anos.
Aumento esse que não está ligado a um aumento da produção de alimentos por hectare, mas pode estar relacionado ao aumento da concentração de terras e da plantação de produtos que usam grandes quantidades de herbicidas. Em 2003 as fazendas declaradas com área superior a 100 mil hectares ocupavam 2% de todo o território destinado a imóveis rurais no país, em 2015, o número saltou para 18%. Em 13 anos, a área cultivada de soja aumentou 79% no Brasil.

É possível fazer o download gratuito do Atlas através do link https://goo.gl/4XY3SS ou adquirir o formato impresso pelo blog https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017 a partir do dia 11/12/2017

Fonte: Repórter Brasil

 

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Título de Especialista em Nutrição 2017 ASBRAN – Inscrições Abertas

A Associação Brasileira de Nutrição – Asbran abriu as inscrições para a nova edição do Título de Especialista em Nutrição para nas áreas de ALIMENTAÇÃO COLETIVA, NUTRIÇÃO CLÍNICA, NUTRIÇÃO EM ESPORTES e SAÚDE COLETIVA.

Desde sua criação, esta é a primeira vez que o Processo de Concessão do Título de Especialista em Nutrição será totalmente gerenciado por plataforma digital, facilitando aos candidatos o envio de documentos, à semelhança do que ocorreu com o Título de Especialista em Fitoterapia.

As inscrições podem ser realizadas até as 14 horas do dia 30 de janeiro de 2018. Para participar, o profissional precisa estar regularmente inscrito e quite referente ao exercício anterior à data da inscrição com o Conselho Regional de Nutricionistas da jurisdição onde exerce sua atividade principal. É necessário ainda comprovar experiência na área pleiteada por no mínimo, três anos.

Como se inscrever

Basta acessar o endereço http://www.asbran.org.br/titulo.php para brir o sistema e efetuar o cadastro online. A taxa de inscrição é de R$ 400,00 para sócios quites da ASBRAN e associações estaduais de Nutrição filiadas. Para não sócios, o valor é R$ 600,00.

O candidato pode pleitear o Título de Especialista em Nutrição por meritocracia, apresentando documentação que garanta índice maior ou igual a 40 pontos e que não zere nenhum eixo na análise curricular. Caso contrário poderá ser submetido à prova escrita.

PROVA

A prova escrita será realizada no dia 19 de abril de 2018, durante o CONBRAN 2018 – XXV Congresso Brasileiro de Nutrição, que acontece em Brasília. Para ser considerado aprovado, o candidato deverá alcançar, no mínimo, 70 pontos.

Fonte: ASBRAN
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Esclarecimentos CRN/1 – Escola Classe nº 08 do Cruzeiro – DF

O CRN-1, por meio de sua rotina de fiscalização e de representação no Conselho de Alimentação Escolar, tem requerido providências quanto à superação de diversas inadequações na execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar, no âmbito da rede pública do DF.

Especificamente em relação ao ocorrido na Escola Classe nº 08, do Cruzeiro, a Vice-Diretora da Escola, Senhora Laura, diante da tentativa de visita deste Conselho à escola, no dia 01/06/2017, disse que não poderia receber ou permitir o acesso da fiscalização deste Conselho à escola, e que também não poderia prestar informações sobre a merenda, ao alegar ser necessário autorização da Regional de Ensino.

Neste percurso foram realizadas visitas à outras escolas da Rede de Ensino, inclusive para atendimento a denúncias do próprio CAE e da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara do Deputados, que questionavam a qualidade nutricional das refeições oferecidas em várias unidades de ensino. Frequentemente, apesar de haver um cardápio oficial, têm sido detectados pela fiscalização cardápios adaptados ricos em alimentos açucarados e pouco nutritivos (biscoitos) e quantidade de hortaliças e frutas muito abaixo do recomendado. Tais adaptações acabam sendo feitas pelas regionais conforme a entrega dos alimentos perecíveis nas mesmas. Além disso faltam gêneros essenciais e a quantidade de utensílios básicos como pratos e talheres é insuficiente.

Por fim, no último dia 02/10/2017, em visita realizada pela fiscalização deste CRN ao depósito central da alimentação escolar do DF, localizado em Taguatinga, ficaram evidentes também as dificuldades logísticas de entrega dos alimentos. Naquele dia, apenas 6 dos 14 caminhões contratados, de fato, realizavam entregas.

As próximas providências a serem tomadas pelo CRN são a convocação da nutricionista Responsável Técnica do PNAE no DF para prestar esclarecimentos, o encaminhamento ao Ministério Público e denúncia ao FNDE para apoio e ações coercitivas frente ao evidente problema de saúde pública.

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14 de Novembro – Dia Mundial do Diabetes


O Dia Mundial do Diabetes foi criado em 1991 pela IDF em conjunto com a OMS (Organização Mundial da Saúde), em resposta às preocupações sobre os crescentes números de diagnósticos no mundo.

A data tornou-se oficial pela ONU (Organização das Nações Unidas) a partir de 2007, com a aprovação da Resolução das Nações Unidas 61/225. O dia 14 de novembro foi escolhido por marcar o aniversário de Frederick Banting que, junto com Charles Best, concebeu a ideia que levou à descoberta da insulina em 1921.

Para esse ano, o tema escolhido para a campanha foi “Mulheres e Diabetes: nosso direito a um futuro saudável”

Dentre os objetivos da campanha mundial estão:

  • Incentivar os governos a implementar e fortalecer políticas para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações.
  • Disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações.
  • Destacar a importância da educação baseada em evidências na prevenção e controle do diabetes e suas complicações.
  • Aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para incentivar o diagnóstico precoce.
  • Promover ações para reduzir os principais fatores de risco para o diabetes.
  • Promover ações para prevenir ou retardar as complicações do diabetes. No Brasil, a Campanha do Dia Mundial do Diabetes é organizada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

E quem estiver em São Paulo nos dias 14 e 15 de novembro pode aproveitar o  Novembro Azul Diabetes no Parque Ibirapuera. O evento contará com  ações educativas, atividades diversas e um mega show com grandes artistas da música e da TV.

Para saber mais, acesse: http://www.diamundialdodiabetes.org.br/

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Alimentação é direito, não sobras!

O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) alerta a população sobre a iminente ameaça ao direito à alimentação, assegurado no artigo 6º da Constituição Federal, e aos princípios da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), defendidos pela Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan), instituída no Brasil desde 2006.

O projeto Alimento para Todos, lançado em 8 de outubro, pela Prefeitura de São Paulo, em parceria com a ONG Plataforma Sinergia, sob o pretexto de combater o desperdício de alimentos e a fome no município paulista e que preconiza, também, que as empresas doadoras de insumos alimentícios podem receber isenção de impostos e outros benefícios fiscais, infere que o alimento in natura e minimamente processado pode ser substituído por uma fórmula ultraprocessada a partir de alimentos que estão em datas críticas de seu vencimento ou fora do padrão de comercialização.

Na década de 80, iniciativa similar, um produto denominado Multimistura, foi largamente distribuído para a população e se revelou ineficaz no combate à desnutrição, principal argumento utilizado na época para sua disseminação. O alerta do CFN é direcionado, também, as autoridades governamentais, pois já nos anos 80 o Ministério da Saúde vetou a indicação da Multimistura como sendo um produto para suprir as deficiências nutricionais.

Propostas que violam o direito à alimentação e ao acesso aos alimentos afetam frontalmente os princípios da Losan e do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e seguem na contramão de todos os avanços alcançados com as políticas de Segurança Alimentar e Nutricional. Tais medidas são uma distorção do que vem a ser a “comida de verdade”, baseada em princípios da comida como patrimônio imaterial nacional, produzida de forma socialmente justa, variada, equilibrada, moderada e prazerosa.

O Direito Humano à Alimentação Adequada é um direito constitucional que deve ser garantido a partir de duas dimensões: estar livre da fome e da desnutrição e ter acesso a uma alimentação adequada e saudável que respeite a dignidade, os valores humanos e culturais e que não esteja sujeito aos interesses de mercado.

Para o Conselho Federal de Nutricionistas, o projeto da Prefeitura de São Paulo é um retrocesso sobre a concepção do alimento, da sua dimensão como produto da história e da cultura de um povo, de identidade, de sentimento e de pertencimento social. O CFN ressalta que, até o momento, não foram informadas as referências em relação a composição nutricional, modo de fabricação, valor nutritivo, responsável técnico e outros dados sobre o produto. Ao que tudo indica, as possíveis propriedades nutritivas vão depender dos produtos utilizados na base do processamento.

O Guia Alimentar para a População Brasileira afirma que uma alimentação saudável não é meramente uma questão de escolha individual, mas envolve outros fatores – de natureza física, econômica, política e cultural, negligenciados na proposta da prefeitura paulista.

O CFN tem compromisso com o desenvolvimento sustentável e contra o desperdício de alimentos, em especial, na etapa do consumo, e ressalta a importância de políticas já existentes como o programa Banco de Alimentos, que são públicos, bem-sucedidos e estão em curso no Brasil. Esse programa é uma iniciativa de abastecimento e segurança alimentar, que coleta os produtos não comercializados pelos atacadistas e produtores rurais em diversas unidades de Ceasa. Também recebem alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com o objetivo de garantir o acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional e promover a inclusão social no campo, por meio do fortalecimento da agricultura familiar. Os alimentos dos bancos são selecionados e distribuídos, gratuitamente, às entidades socioassistenciais e às famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, previamente cadastradas, como forma de complementar as refeições diárias da população assistida.

Também é preciso ressaltar que outras políticas públicas brasileiras, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), têm sido copiados por outros países exatamente por sua eficácia e por estarem respaldadas pelos princípios do direito humano e da segurança e soberania alimentar e nutricional. Para o CFN é preciso garantir que as políticas de segurança alimentar e nutricional sejam efetivamente asseguradas para toda a população, com ações estruturantes, e não substituídas por medidas paliativas que reforçam as condições de pobreza, exclusão e desigualdade social.

O CFN é veemente contra a proposta da Prefeitura de São Paulo e defende que seja assegurado para toda a população o direito ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentar promotoras de saúde que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis.

Nesse sentido, alertamos a sociedade para resistir e a se contrapor a toda e qualquer possibilidade de um desastre ainda maior caso iniciativas como essa tomem proporções nacionais, ferindo os princípios da dignidade humana e contrariando todas as políticas públicas de combate à fome e à pobreza que o Brasil acumulou de maneira extremamente exitosas.

Brasília, 24 de outubro de 2017.
Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)

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21 de Outubro – Dia Nacional da Alimentação na Escola


Uma boa alimentação é fator essencial para o desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes. Ofertar refeições saudáveis e diversificadas promove melhorias não só no rendimento escolar, mas também na qualidade do sono e ajuda a prevenir diversas doenças. Bons hábitos alimentares devem ser ensinados e estimulados desde os primeiros anos de vida.

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), criando em 1955, contribui de forma significativa para a construção e fortalecimento de hábitos alimentares saudáveis para os alunos de educação básica das redes públicas de ensino. E conforme a Resolução CFN nº 465/2010 somente o nutricionista pode assumir a responsabilidade técnica pelo Programa tendo como atribuições propor e realizar ações de educação alimentar e nutricional para a comunidade escolar; avaliar nutricionalmente os estudantes; planejar cardápios, levando em consideração os diferentes aspectos da comunidade escolar a ser atendida; treinar e reciclar as equipes de cozinha e merendeiras e gerenciar compras, dentre outras.

Para saber mais sobre a legislação que trata da exigência do nutricionista no PNAE e suas atribuições, acesse:
Lei nº 11.947/2009
Resolução CFN nº 465/2010

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16 de Outubro – Dia Mundial da Alimentação

Todos os anos é celebrado em 16 de outubro o Dia Mundial da Alimentação. A data, estabelecida pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) na ocasião de sua fundação em 1945 e celebrada em 150 países, visa alertar as pessoas sobre a importância da alimentação e das ações em prol da segurança alimentar e nutricional mundial, principalmente em relação às populações mais pobres.

Para 2017 o tema escolhido foi “Mude o futuro da migração. Invista em segurança alimentar e desenvolvimento rural”. Conforme dados da própria FAO em todo o mundo há cerca de 244 milhões de migrantes internacionais e 763 milhões migram dentro de seus próprios países, motivados ou por conflitos, instabilidade política em suas regiões, desastres naturais ou como uma saída para escapar da fome e da pobreza.
Ainda segundo esses dados, grande parte dos migrantes saem da zona rural, onde mais de 75% dos pobres e pessoas com insegurança alimentar dependem da agricultura e subsistência baseada em recursos naturais, e são os pequenos agricultores que enfrentam mais dificuldades para acessar crédito e ferramentas que permitam melhorar a produtividade. “O investimento em desenvolvimento rural sustentável, adaptação à mudança climática e meios de subsistência resilientes nas zonas rurais é uma parte importante da resposta mundial ao atual desafio da migração”, diz o documento da campanha do Dia Mundial da Alimentação 2017.
O Sistema CFN/CRN apoia e reforça a temática definida pela FAO, realizando anualmente campanhas de conscientização sobre as temáticas escolhidas.

Fontes: FAO e CFN

 

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2017 Aviso de Licitação-Reforma da Delegacia de MT

Editais e Resultados

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Parecer Técnico da ASBRAN reprova método 5S

Você já deve ter ouvido ou lido sobre o método de emagrecimento “5S”. Ele se propõe a “reprogramar o hipotálamo” e associa técnicas para a perda de peso. O “5S” vem sendo divulgado nos meios não científicos como uma medida terapêutica eficaz e segura para o emagrecimento, inclusive redução de peso definitiva.

A Associação Brasileira de Nutrição – Asbran convidou profissionais de referência na área de nutrição clínica para analisar as evidências científicas sobre o método e emitir um parecer sobre o assunto. O grupo analisou o Programa e concluiu que as alegações são insuficientes para a sua recomendação como estratégia que leva à redução de peso corporal de forma sustentável, eficaz e saudável. O parecer técnico da Asbran aponta ainda que o método é conduzido por profissional sem a competência técnica legal para executá-lo.

O Programa “5S” foi desenvolvido e patenteado por uma fisioterapeuta que associa 5 técnicas aplicadas em 3 ciclos denominados de ELIMINAÇÃO (PERDA), MANUTENÇÃO e REEDUCAÇÃO, utilizando ainda produtos dermocosméticos e a suplementação por meio de nutracêuticos. O método afirma que o objetivo é terapêutico e que promove a regularização das taxas sanguíneas, da atividade do pâncreas e estimulação do metabolismo.

Os “segredos” do método se baseiam em dieta personalizada e acompanhamento nutricional, via mídia social, uso de nutracêuticos e gorduras “boas” e tratamentos estéticos. Para isso, trabalha com profissionais como nutricionista, fisioterapeuta, esteticista ou técnicos, psicólogo, podendo incluir o médico endocrinologista e, se necessário, a prescrição de anorexígenos. O método promete uma perda de peso de 15 até 20kg no mês e a eliminação do efeito sanfona. A maior parte das informações do tratamento são repassadas através de grupos em mídia social.

O método é um produto e, como tal, possui um contrato de aquisição e custos relativos que variam de acordo com a unidade de aquisição.

A Asbran esclarece que o “5S” trata-se de um programa de emagrecimento executado por profissional não habilitado, uma vez que é atividade privativa do profissional nutricionista, dentre outras, a assistência dietoterápica. Além disso, o programa visa potencializar a aderência através de estímulo e monitoramento à distância, sem a garantia de que isso seja feito por profissional habilitado. O tratamento dietético, claramente apresentado pelo programa, esconde-se atrás do disfarce de um tratamento estético.

A promessa da reprogramação hipotalâmica não é devidamente justificada pelo método. Alguns estudos apontam para a capacidade de alguns nutrientes em modular o processo inflamatório hipotalâmico, contudo, não há evidências em humanos. Os estudos em animais são preliminares e completamente inconclusivos.

CONFIRA O PARECER TÉCNICO NA ÍNTEGRA

Texto original: Asbran

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Comissão do Senado aprova PL que altera rotulagem de trangênicos

No último dia 19 de setembro a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado aprovou o PLC (Projeto de Lei da Câmara) 34/2015, que altera a rotulagem de transgênicos no Brasil.

De acordo com a proposta, apenas alimentos e rações que contenham 1% ou mais de OGMs (organismos geneticamente modificados) em sua composição, detectados em análise, serão obrigados a informar a presença do ingrediente. Contudo, o símbolo “T” será removido dos rótulos de todos os produtos.

Tal aprovação representa um enorme retrocesso e fere diretamente os direitos das pessoas de terem informações claras e precisas a respeito de suas escolhas alimentares e representa um risco à segurança alimentar e nutricional da população, bem como à sustentabilidade da agricultura orgânica, familiar e agroecologia.

O Instituto de Defesa do Consumidor – IDEC, que desde 2008 mantém uma campanha contra o fim da rotulagem de transgênicos, considera que a análise é imprecisa e pode mascarar a quantidade de OGM nos alimentos. “Alguns produtos poderiam alegar que são livres de transgênicos, mesmo contendo o ingrediente, simplesmente porque o procedimento não detectou a presença de OGMs”, afirma Igor Britto, advogado do Instituto.

Ainda segundo Britto, os senadores esconderam da população a intenção de realizar a votação, e aproveitaram da ausência de parlamentares da oposição para que o PL fosse aprovado. “Ignoraram todos os protestos e repúdios registrados por dezenas de milhares de consumidores, estudiosos e órgãos públicos de todo o país.” A proposta foi aprovada a partir de uma manobra conhecida como extrapauta. Com a ação, o relator do PLC na comissão, senador Cidinho Santos, apoiado por outros parlamentares, conseguiu incluir o projeto na discussão do dia, sem que estivesse na pauta oficial, que é divulgada com dois dias de antecedência.

Com a aprovação na Comissão de Agricultura, o projeto será encaminhado para a Comissão de Assuntos Sociais, atualmente presidida pela senadora Marta Suplicy.

T no rótulo

Não é a primeira vez que uma manobra tenta retirar o símbolo T das embalagens. No final de agosto, por exemplo, a imprensa divulgou que o presidente Michel Temer poderia assinar a qualquer momento um decreto, preparado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), para retirar a obrigação de uso do símbolo T no rótulo dos alimentos e rações animais.

Na ocasião, o Conselho Federal de Nutricionistas enviou à Presidência da República uma carta aberta repudiando a possibilidade de edição do decreto em questão.

Fonte: Idec

 

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Carta Aberta à Sociedade – Dizemos não à formação a distância na área da Saúde

SAÚDE DE QUALIDADE SÓ COM FORMAÇÃO PRESENCIAL

DIZEMOS NÃO À FORMAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA SAÚDE

 

O Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS), representante das 14 profissões, vem a público manifestar-se contra a modalidade de ensino a distância na saúde.

DEFENDEMOS A PRESERVAÇÃO DA QUALIDADE DA FORMAÇÃO PRESENCIAL, DIANTE DA EXPANSÃO DO ENSINO A DISTÂNCIA NO BRASIL.

Os Conselhos Profissionais da Saúde não são contra a incorporação das novas tecnologias na educação, desde que contribuam com a qualidade da formação, o que não é o caso do ensino a distância.

A formação em saúde está centrada no cuidado ao ser humano, cujas peculiaridades, HABILIDADES e competências exigem a formação presencial, para que as ações dos profissionais não coloquem em risco a saúde da população. A prática dos cuidados é a base das profissões da saúde.

Não acreditamos que seja possível desenvolver o lado humano do cuidado em saúde sem o contato direto com o paciente/usuário.

A qualidade do ensino deve ser uma prioridade para o Governo Federal/MEC, profissionais e, sobretudo, para a sociedade.

 

 

 

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Denuncie o exercício ilegal da profissão – Kenzio Queiroz não é Nutricionista

Diante de recentes publicações em seus perfis pessoais e em entrevista cedida a um portal de notícias do estado do Mato Grosso, na qual afirma ser nutricionista e fazer atendimento clínico, o CRN-1 vem a público esclarecer que Kenzio Queiroz não é nutricionista.

Segundo a Lei Federal 8234/91, para se intitular nutricionista, é necessário possuir registro regular junto ao Conselho Regional de Nutricionistas da respectiva região de atuação profissional. E este registro é conferido somente aos portadores de diploma expedido por escolas de graduação em nutrição devidamente registradas no MEC.

Exercer atividades que são privativas do nutricionista, como prescrição de dietas, educação nutricional, gerenciamento de unidades de alimentação e nutrição, coordenação de cursos de nutrição e ensino de disciplinas de nutrição em cursos superiores da área da saúde sem o devido registro é considerado crime de exercício ilegal da profissão e deve ser denunciado.

Cabe aqui também informar que todas as denúncias recebidas pelo CRN-1 e devidamente comprovadas do exercício ilegal da profissão de nutricionistas são comunicadas ao Ministério Público e órgãos policiais competentes para abertura de processo criminal.

Caso você queira confirmar se determinado profissional é nutricionista ou não, basta acessar o Cadastro Nacional de Nutricionista do CFN https://goo.gl/cWkTtT . Ou ainda entrar em contato com o CRN de sua região e solicitar esta informação.

 

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Projeto CRN-1 Alimenta Saúde

Foi publicada no Diário Oficial da União, na última sexta-feira, 18 de agosto a Portaria CRN/1 nº 009/2017, que “institui o Projeto CRN-1 Alimenta Saúde e as diretrizes para a concessão do Certificado CRN-1 Alimenta Saúde”.
A Certificação tem como objetivo ser implementada como instrumento para promoção da Segurança Alimentar e Nutricional à população que se alimenta fora de casa, com três focos específicos: 1) Segurança de uma escolha adequada para o cliente/consumidor, em relação à segurança alimentar e nutricional; 2) resgate da atuação do nutricionista como profissional de saúde tanto por meio de uma ferramenta de controle de qualidade quanto pelo fomento de ações de promoção da saúde nos estabelecimentos pelos quais respondem e 3) proporcionar reconhecimento e visibilidade ao empresário, agregando qualidade e saúde ao produtos e serviços oferecidos.
Para ter acesso a Portaria e saber mais sobre o Projeto CRN-1 Alimenta Saúde, acesse: https://goo.gl/t5Ww8p

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Mitos e Verdades sobre amamentação e doação de leite

Existe leite fraco?
MITO. Não existe leite fraco. Até uma mãe com desnutrição leve ou moderada é capaz de produzir um bom leite. Todos têm a mesma constituição. O que acontece é que o leite materno é mais ralo que o leite de vaca. Mas, lembre-se: o leite de vaca foi feito para o bezerro! Cada espécie se alimenta com o leite produzido pela sua mãe. O leite materno tem todas as substâncias na quantidade certa de que o bebê precisa para crescer e se desenvolver sadio. O leite do início da mamada é mais “ralo”, pois contém mais água, menos gordura e grande quantidade de fatores de defesa. Contém também mais vitaminas e sais minerais. O leite do fim da mamada é mais grosso, visto que tem mais gordura e engorda o bebê. O bebê precisa do leite do começo e do fim da mamada.

Só o meu leite não sustenta e o bebê chora com fome.
MITO. Nem sempre que o bebê chora é porque está com fome. Ele pode estar com cólica, frio ou calor, molhado, ou simplesmente querendo carinho (colo). Lembre-se de que o choro é a única forma de o bebê se comunicar nos primeiros meses de vida. O importante é que ele esteja crescendo bem, o que pode ser verificado pelos gráficos na Caderneta da Criança, e urinando mais do que seis vezes a cada 24 horas.

Criança que nasceu prematura (antes do tempo) ou com baixo peso (menos de 2 quilos e meio) não deve mamar no peito.
MITO. Estes bebês podem ter dificuldades de sugar no início, mas são os que mais precisam da proteção do leite materno. Conforme eles crescem, sugam com maior facilidade. Se o bebê tiver dificuldade de sugar, retire o leite, coloque-o em um recipiente limpo e ofereça com colher ou na xícara de café/copinho.

Dar de mamar faz os peitos caírem.
MITO. A queda do peito depende de vários fatores: hereditários, idade, aumento de peso, musculatura de sustentação das mamas. A própria gravidez causa mudança na sua forma e posição.

A amamentação imediatamente após o parto é saudável.
VERDADE. Alimentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir consideravelmente os riscos de mortalidade neonatal, além de contribuir para a recuperação da mulher. Quanto mais cedo acontecer a primeira mamada, maiores as chances de uma amamentação bem-sucedida, além de estimular e fortalecer o vínculo mãe e bebê.

Seios pequenos produzem menos leite.
MITO. O que dá o tamanho dos seios é o tecido gorduroso e não a glândula produtora de leite, portanto, não depende do tamanho ou formato da mama. Afinal, tamanho não é documento!

Criança que arrota mamando faz o peito inflamar ou o leite secar.
MITO. Não há comprovação científica desta afirmação.

Cerveja preta, canjica, água inglesa e outros alimentos aumentam a produção de leite.
MITO. Uma alimentação balanceada e uma maior ingesta de líquidos agregados à amamentação sob livre demanda aumentam sim a produção de leite. Em específico, há estes mitos alimentares. Canjica e canjas são alimentos servidos quentes e de alto teor calórico, o que melhora a quantidade de energia a ser gasta na produção de leite. Chás de uma forma em geral são líquidos e geralmente são oferecidos chás de ervas calmantes. Sabe-se que o estresse interfere na produção láctea. Mas bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas, pois o álcool passa rapidamente para o leite e pode ser muito prejudicial ao bebê.

A mulher que estiver amamentando pode ingerir bebidas ácidas como suco de laranja ou limão.
VERDADE. Sem nenhum problema, pois os alimentos ácidos não talham o leite. Recomenda-se que a mãe beba bastante água todos os dias. Café, chá preto e refrigerante em grande quantidade podem provocar cólicas no bebê.

As mães que têm anemia podem amamentar.
VERDADE. Elas podem amamentar, mas devem procurar um tratamento. O médico poderá receitar a medicação adequada, orientar a dieta e a mãe continuar amamentando.

A amamentação ajuda a mulher a emagrecer.
VERDADE. O aleitamento traz vários benefícios, além da perda de peso mais rápida após o parto, a amamentação ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, reduz o risco de hemorragia, anemia e câncer de mama e de ovário. Durante a gestação, a mulher acumula peso para formar uma reserva energética justamente para ser gasta no período da amamentação. Saiba que parte da gordura materna é transferida para o bebê pelo leite.

O leite materno pode ser congelado.
VERDADE. Na geladeira, o leite materno deve ser armazenado até 12 horas. No freezer, pode durar até 15 dias. Essa é uma boa notícia para as mães que precisam retornar às suas atividades profissionais, sem recorrer ao leite industrializado. Para descongelar, o leite deve ser mantido na geladeira ou em água corrente morna. Não se deve deixar em temperatura ambiente e nem esquentá-lo no fogão ou microondas.

O tempo de amamentação depende de cada criança.
VERDADE. Alguns bebês são rápidos e levam de 5 a 10 minutos para
 mamar. Outros, não têm pressa e levam até 40 minutos. A mãe deve continuar amamentando até o bebê perder o interesse, pois é ele quem vai determinar o tempo suficiente. A mãe deve buscar a melhor posição, seja sentada, em pé, deitada, e oferecer o seio à criança. Deve promover uma boa ‘pega’, com a criança abocanhando a maior parte possível da aréola, para evitar fissuras.

Simpatias e crendices podem alterar o leite.
MITO. Simpatias ou crendices não alteram o leite. Por exemplo: o bebê arrotar no peito, o leite pingar no chão, beber água durante a amamentação, nada disso altera a quantidade e a qualidade do leite.

Amamentar deixa os seios flácidos.
MITO. Amamentar não deixa os seios flácidos, a não ser que não haja cuidados básicos. A indicação é usar um sutiã de alças largas e que sustente as mamas.

Mãe que está amamentando não pode trabalhar fora.
MITO. A mãe pode dar de mamar nos períodos em que estiver em casa. Pode retirar e guardar seu leite para ser oferecido ao bebê enquanto ela estiver fora.

É preciso passar hidratantes ou pomadas medicinais para proteger o bico do peito.
MITO. O uso de hidratantes afina o tecido do bico do peito e da aréola (rodela escura do peito). A mãe deverá espremer um pouco de leite e passar ao redor da aréola e bico antes e depois de cada mamada, para eliminar bactérias, umedecer e manter a elasticidade e hidratação da pele, evitando assim a ocorrência de rachaduras (fissuras).

O bebê é quem faz o horário de amamentação.
VERDADE. Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele demonstrar fome. Com o tempo, ele vai fazer seu horário de mamadas. Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos. Sente-se em um local confortável e o ajude a pegar corretamente o peito. Após a mamada, passe o próprio leite no complexo mamilo areolar, antes e após a mamada.

O bebê é quem faz o horário de amamentação.
VERDADE. Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele demonstrar fome. Com o tempo, ele vai fazer seu horário de mamadas. Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos. Sente-se em um local confortável e o ajude a pegar corretamente o peito. Após a mamada, passe o próprio leite no complexo mamilo areolar, antes e após a mamada.

Existe uma posição ideal para amamentar.
MITO. A melhor posição é aquela mais confortável para a mãe e o seu bebê.

Amamentar em um só peito faz com que um fique maior que o outro.
VERDADE. Amamentar em um só peito faz com que o peito (mama) que é mais estimulado aumente de tamanho.

Fonte: rBLH Brasil

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Semana Mundial do Aleitamento Materno

Começa hoje a 25ª Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), com o tema “Proteger a amamentação: construindo alianças sem conflitos de interesses”, que se relaciona diretamente com a criação de alianças necessárias para alcançar o Objetivo 17 dos ODS: “Fortalecer os mecanismos de implementação de atuação conjunta e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.”
Criada em 1992 por iniciativa da World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) e comemorada em mais de 150 países A Semana Mundial da Amamentação é a data mais importante na promoção da amamentação ser uma estratégia de mobilização social que contribui para conscientizar a população e profissionais de saúde sobre a importância do aleitamento materno para a saúde da mãe e do bebê, e os benefícios que traz para a sociedade e o País. A SMAM também contribui significativamente para o aumento dos índices de amamentação e para a redução das taxas de mortalidade infantil, com a consequente melhoria da saúde da população infantil e materna.
Para 2017 os principais objetivos da SMAM são:
1 – Buscar o apoio dos governos e diversos setores da sociedade para promover, proteger e apoiar a amamentação.
2 – Construir alianças sem conflitos de interesses para fortalecer as políticas e programas de aleitamento materno e alimentação infantil.
3 – Mobilizar e desenvolver ações para a promoção, proteção e apoio à amamentação e práticas adequadas de alimentação infantil.

Fontes: Ministério da Saúde e IBFAN Brasil

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CARTA ABERTA À SOCIEDADE BRASILEIRA

O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), reunido com todos os Conselhos Regionais de Nutricionistas (CRN) do Brasil, no IV Congresso Nacional do Sistema CFN/CRN, nos dias 18 a 21 de julho, em Brasília, vem a público reafirmar o compromisso com a sua missão de defesa do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), pautada no exercício profissional, ético e comprometido com a segurança alimentar e nutricional da população brasileira.

Dessa forma, assumimos publicamente posicionamento contrário à retirada de direitos da nossa população, ao desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS) e das políticas públicas de educação e de desenvolvimento social e agrário, que resultam na precarização das relações de trabalho, na desassistência de saúde e previdência, em retrocessos na promoção de um sistema alimentar sustentável e igualitário e no retorno iminente do Brasil ao mapa mundial da fome.

Reafirmamos que o Sistema CFN/CRN está articulado com outros órgãos de fiscalização do exercício profissional, entidades sindicais, associações científicas e da sociedade civil para a adoção de medidas pela garantia de direitos.

O CFN convoca todos os nutricionistas brasileiros a participar da luta em defesa da garantia de direitos, articulados com as entidades de Nutrição do seu estado, para fortalecer o controle social das políticas públicas e da democracia em favor de uma sociedade mais justa.

Brasília, 21 de julho de 2017

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COMUNICADO – Funcionamento Delegacias CRN-1 de 18 a 21/07

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Participe das etapas municipais e macrorregionais para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde

As etapas municipais e macrorregionais para a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) tiveram início no dia 22 de junho  e seguem até o dia 31 de agosto. A etapa municipal ou macrorregional terá por objetivo analisar as prioridades constantes no Documento Orientador da 1ª CNVS e elaborar propostas para o fortalecimento dos programas e ações de vigilância. Nestas etapas serão eleitas, de forma paritária, as delegadas e os delegados que participarão das conferências Estaduais/Distrito Federal, de onde sairão os delegados e as delegadas para a etapa nacional.

A organização e a coordenação das etapas municipais são de responsabilidade do Conselho Municipal de Saúde (CMS) de cada município. Assim, os critérios para participação deverão ser consultados junto ao CMS de cada cidade.

1ª CNVS

 A Conferência de Vigilância em Saúde é uma conferência temática que se constitui em um dos mecanismos de Controle Social do SUS. É um fórum de debate, entre todos os segmentos da sociedade, com a finalidade de avaliar a situação da Vigilância em Saúde, fixar diretrizes da política de Vigilância em Saúde, definir e priorizar propostas. Ela será realizada em Brasília, de 21 a 24 de novembro, e está aberta para toda a sociedade brasileira – usuários, trabalhadores, gestores, pesquisadores, acadêmicos, representantes de ONGs, entidades, instituições e todos que atuam em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) ou com ações em vigilância em saúde, entre outros.

A Conferência Nacional é um processo de construção coletiva, com diferentes formas de participação que valoriza a democracia e o controle social, tendo diferentes etapas preparatórias (oficinas, seminários, rodas de conversa, simpósios, encontros, congressos, conferências livres etc), além das etapas municipais ou macrorregionais e estaduais, que serão concluídas no evento nacional. As etapas preparatórias também são de livre iniciativa das instituições, entidades, conselhos profissionais e movimento.

Mais informações sobre a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, disponíveis na página do CNS

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